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New International Version -
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1
|Miquéias 3:1|
Then I said, “Listen, you leaders of Jacob, you rulers of the house of Israel. Should you not know justice,
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2
|Miquéias 3:2|
you who hate good and love evil; who tear the skin from my people and the flesh from their bones;
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3
|Miquéias 3:3|
who eat my people’s flesh, strip off their skin and break their bones in pieces; who chop them up like meat for the pan, like flesh for the pot.”
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4
|Miquéias 3:4|
Then they will cry out to the LORD, but he will not answer them. At that time he will hide his face from them because of the evil they have done.
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5
|Miquéias 3:5|
This is what the LORD says: “As for the prophets who lead my people astray, if one feeds them, they proclaim ‘peace’; if he does not, they prepare to wage war against him.
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6
|Miquéias 3:6|
Therefore night will come over you, without visions, and darkness, without divination. The sun will set for the prophets, and the day will go dark for them.
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7
|Miquéias 3:7|
The seers will be ashamed and the diviners disgraced. They will all cover their faces because there is no answer from God.”
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8
|Miquéias 3:8|
But as for me, I am filled with power, with the Spirit of the LORD, and with justice and might, to declare to Jacob his transgression, to Israel his sin.
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9
|Miquéias 3:9|
Hear this, you leaders of the house of Jacob, you rulers of the house of Israel, who despise justice and distort all that is right;
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10
|Miquéias 3:10|
who build Zion with bloodshed, and Jerusalem with wickedness.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva