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New International Version -
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|Miquéias 2:1|
Woe to those who plan iniquity, to those who plot evil on their beds! At morning’s light they carry it out because it is in their power to do it.
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2
|Miquéias 2:2|
They covet fields and seize them, and houses, and take them. They defraud a man of his home, a fellow-man of his inheritance.
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3
|Miquéias 2:3|
Therefore, the LORD says: “I am planning disaster against this people, from which you cannot save yourselves. You will no longer walk proudly, for it will be a time of calamity.
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4
|Miquéias 2:4|
In that day men will ridicule you; they will taunt you with this mournful song: ‘We are utterly ruined; my people’s possession is divided up. He takes it from me! He assigns our fields to traitors.’”
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5
|Miquéias 2:5|
Therefore you will have no-one in the assembly of the LORD to divide the land by lot.
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6
|Miquéias 2:6|
“Do not prophesy,” their prophets say. “Do not prophesy about these things; disgrace will not overtake us.”
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7
|Miquéias 2:7|
Should it be said, O house of Jacob: “Is the Spirit of the LORD angry? Does he do such things?” “Do not my words do good to him whose ways are upright?
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8
|Miquéias 2:8|
Lately my people have risen up like an enemy. You strip off the rich robe from those who pass by without a care, like men returning from battle.
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9
|Miquéias 2:9|
You drive the women of my people from their pleasant homes. You take away my blessing from their children for ever.
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10
|Miquéias 2:10|
Get up, go away! For this is not your resting place, because it is defiled, it is ruined, beyond all remedy.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva