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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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1
|Amós 1:1|
Tämä on se, minkä Amos, joka paimenien seassa Tekoassa oli, näki Israelissa, Ussian Juudan kuninkaan ajalla, ja Jerobeamin Joaksen pojan, Israelin kuninkaan ajalla, kahta vuotta ennen maan järistystä.
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2
|Amós 1:2|
Ja sanoi: Herra on Zionista kiljuva, ja Jerusalemista antaa hän äänensä kuulla, että paimenien laidun surkiana oleman pitää, ja Karmeli ylhäältä kuivuman.
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3
|Amós 1:3|
Näin sanoo Herra: kolmen ja neljän Damaskun vian tähden en tahdo minä häntä säästää, että he Gileadin rautaisilla vaunuilla runtelivat.
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4
|Amós 1:4|
Vaan minä lähetän tulen Hasaelin huoneesen; sen pitää Benhadadin huoneet kuluttaman.
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5
|Amós 1:5|
Ja rikon Damaskun salvat, ja hävitän Avenin laakson asuvaiset, ja sen, joka valtikkaa pitää, siitä kauniista huoneesta; niin että Syrian kansa pitää Kiriin vietämän, sanoo Herra.
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6
|Amós 1:6|
Näin sanoo Herra: kolmen ja neljän Gatsan vian tähden en minä tahdo häntä säästää, että he ovat vangitut vielä vanginneet, ja heidät Edomiin ajaneet.
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7
|Amós 1:7|
Vaan minä lähetän tulen Gatsan muuriin, joka heidän huoneensa pitää kuluttaman.
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8
|Amós 1:8|
Ja tahdon Asdodin asuvaiset, ja sen, joka valtikkaa pitää, Askalonista hävittää; ja minun käteni on oleva Akronia vastaan, niin että hukkuman pitää, mitä Philistealaisista jäänyt on, sanoo Herra, Herra.
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9
|Amós 1:9|
Näin sanoo Herra: kolmen ja neljän Tyron vian tähden en tahdo minä häntä säästää, että he ovat vangit edemmä Edomin maata ajaneet, ja ei ole muistaneet veljesten liittoa.
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10
|Amós 1:10|
Vaan minä tahdon tulen Tyron muuriin lähettää, jonka pitää kuluttaman hänen huoneensa.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva