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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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1
|Cantares 2:1|
Minä olen Saronin kukkanen, ja kukoistus laaksossa.
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2
|Cantares 2:2|
Niinkuin ruusu orjantappuroissa, niin on armaani tytärten seassa.
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3
|Cantares 2:3|
Niinkuin omenapuu metsäpuiden seassa, niin on ystäväni poikain seassa: minä istun hänen varjossansa, jota minä anon, ja hänen hedelmänsä on minun suussani makia.
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4
|Cantares 2:4|
Hän johdattaa minua viinakellariinsa; ja rakkaus on hänen lippunsa minun päälläni.
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5
|Cantares 2:5|
Virvoittakaat minua viinaleileillä, ja vahvistakaat minua omenilla; sillä minä olen sairas rakkaudesta.
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6
|Cantares 2:6|
Hänen vasen kätensä on minun pääni alla, hänen oikia kätensä halaa minua.
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7
|Cantares 2:7|
Minä vannotan tietä, Jerusalemin tyttäret, metsävuohten eli naaraspeurain kautta kedolla, ettette herätä eli vaivaa armastani, siihen asti kuin hän itse tahtoo.
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8
|Cantares 2:8|
Tämä on ystäväni ääni, katso, hän tulee: hän hyppää vuorilla ja karkaa kukkuloille.
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9
|Cantares 2:9|
Ystäväni on metsävuohen eli nuoren peuran kaltainen: katso, hän seisoo seinän takana, ja katsoo akkunasta sisälle, ja kurkistelee häkin lävitse.
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10
|Cantares 2:10|
Ystäväni vastaa ja sanoo minulle: nouse armaani, ihanaiseni, ja tule.
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Sugestões

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29 de junho LAB 546
FAZENDO COMENTÁRIO BÍBLICO
SALMOS 81-85
Hoje, temos cinco salmos propostos para nossa leitura diária: Salmos 81-85. Quero apresentar a você uma breve introdução a cada um deles, feita pelo comentário bíblico Moody.
Um hino de louvor introduz o Salmo 81, e um pronunciamento profético o conclui. A mudança abrupta no fim do versículo 5 tem sugerido a muitos comentaristas que fragmentos de dois salmos foram reunidos aqui. Contudo, esse ponto de vista não é imperativo, pois um festival solene seria a ocasião para tal recital do relacionamento de Deus com Israel. O termo especial para o festival, o tocar da trombeta, as referências à lua nova e à lua cheia provavelmente fornecem uma dupla referência do poema à Festa das Trombetas e à Festa dos Tabernáculos.
Uma cena do julgamento da injustiça foi apresentada no didático poema que constitui o salmo 81. Sua devida interpretação repousa sobre a identidade do segundo “Elohim” que aparece no versículo um. Alguns comentaristas o traduzem literalmente como deuses e o relacionam a um conceito de deuses subordinados em um conselho celestial. Outros o traduzem como anjos e o ligam a um conceito menos politeísta. Outros intérpretes ainda traduzem-no como juízes e o fazem referir-se aos homens injustos com autoridade. Esta última interpretação parece a preferível.
O Salmo 83 é uma lamentação nacional típica em tempo de grande perigo. Considerando que os inimigos de Israel eram automaticamente os inimigos de Deus, o nome de Deus (Yahweh) está em jogo. A ocasião não pode ser identificada com certeza; ainda desconhecemos um período da história de Israel onde tenha existido tal confederação de nações. O salmo talvez se refira a um acontecimento não registrado em outro lugar qualquer da história de Israel ou, talvez, se refira a grupos tribais que simplesmente deram apoio moral em um período de crise.
Salmo 84: Esse é o cântico de um peregrino cujo alvo é quase atingido. Através de tudo, ele tem um sentimento de paz e comunhão que transcende o ritual e outros aspectos externos do culto. Embora o poema reflita os sentimentos dos peregrinos de qualquer período, parece que vem do período da monarquia em uma ocasião quando o templo ainda estava de pé.
Já o salmo 85, embora seja basicamente um lamento nacional, tem um forte elemento profético também. Apesar de que em sua primeira parte (versos 1-3) pareça referir-se a um retorno à liberdade, esses versículos são idealizados além da situação conhecida naqueles dias. O salmista usa essa figura ideal para mostrar o forte contraste entre o presente e a certeza do futuro.
Esses comentários foram gerais. Agora, faça você, leitor, um comentário verso por verso desses salmos.
Valdeci Júnior
Fátima Silva