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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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1
|Cantares 8:1|
Jospa minä sinun löytäisin ulkona, minun veljeni, sinä joka minun äitini nisiä imenyt olet, ja sinun suuta antaisin, ja ettei kenkään minua pilkkaisi.
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2
|Cantares 8:2|
Mitä ottaisin sinun ja saattaisin sinua minun äitini huoneesen, jossa minua opettaisit; ja minä annan sinulle kryydättyä viinaa ja granatomenan makiaa viinaa.
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3
|Cantares 8:3|
Hänen vasen kätensä on minun pääni alla, ja hänen oikia kätensä halaa minua.
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4
|Cantares 8:4|
Minä vannotan teitä, Jerusalemin tyttäret, ettette armastani herätä, eli vaivaa häntä siihenasti kuin hän itse tahtoo.
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5
|Cantares 8:5|
Kuka on se, joka korvesta tulee, ja nojaa ystävänsä päälle? Omenapuun alla minä sinua herätän, jossa sinun äitis sinun synnyttänyt on, jossa hän sinun siitti, joka sinun synnytti.
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6
|Cantares 8:6|
Pane minua niinkuin sinetti sydämees, ja niinkuin sinetti käsivartees; sillä rakkaus on väkevä niinkuin kuolema, ja kiivaus on vahva niinkuin helvetti: hänen hiilensä hehkuvat ja ovat Herran tuli;
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7
|Cantares 8:7|
Niin ettei vedenkään paljous taida rakkautta sammuttaa, eli virrat sitä upottaa. Jos joku antais kaiken taloinsa tavaran rakkaudesta, niin ei se mitään maksaisi.
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8
|Cantares 8:8|
Meidän sisaremme on vähä, ja ei hänellä ole rintoja. Mitä meidän pitää tekemän sisarellemme sinä päivänä, jona hänestä puhutaan?
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9
|Cantares 8:9|
Jos hän on muuri, niin me teemme hopialinnan sen päälle: jos hän on ovi, niin me vahvistamme sen sedrilaudoilla.
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10
|Cantares 8:10|
Minä olen muuri, ja minun rintani ovat niinkuin tornit; siitä minä olen hänen silmäinsä edessä niinkuin rauhan löytäjä.
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva