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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Cantares 6:1|
Kuhunka ystäväs on mennyt, o sinä kaikkein kaunein vaimoin seassa! kuhunka ystäväs on kääntänyt itsensä? Me etsimme häntä sinun kanssas.
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2
|Cantares 6:2|
Minun ystäväni on mennyt kryytimaahansa, yrttisarkoihinsa, että hän siellä kryytimaassa kaitsis laumaansa, ja hakis ruusuja.
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3
|Cantares 6:3|
Minun ystäväni on minun ja minä olen hänen, joka kaitsee kukkasten keskellä.
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4
|Cantares 6:4|
Sinä olet ihana, minun kultani, niinkuin Tirtsa, kaunis niinkuin Jerusalem, peljättävä niinkuin sotajoukko.
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5
|Cantares 6:5|
Käännä silmäs pois minusta; sillä ne minun sytyttävät; sinun hiukses ovat niinkuin vuohilauma, jotka Gileadin vuorella kerityt ovat.
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6
|Cantares 6:6|
Sinun hampas ovat niinkuin lammaslauma, jotka pesosta nousevat, ja kaikki kaksoisia kantavat, ja ei yksikään ole heistä hedelmätöin.
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7
|Cantares 6:7|
Sinun kasvos ovat niinkuin granatomenan lohkot sinun palmikkois välillä.
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8
|Cantares 6:8|
Kuusikymmentä on drottninkia ja kahdeksankymmentä vaimoa, ja neitseet ovat epälukuiset;
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|Cantares 6:9|
Mutta yksi on minun kyhkyläiseni ja minun täydelliseni; yksi on äitinsä rakkain ja synnyttäjänsä valittu: koska tyttäret hänen näkivät, ylistivät he hänen autuaaksi, kuningattaret ja vaimot ylistivät häntä.
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10
|Cantares 6:10|
Kuka on tämä, joka nähdään niinkuin aamurusko, ihana niinkuin kuu, valittu niinkuin aurinko, peljättävä niinkuin sotajoukko?
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva