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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Cantares 1:11|
Me teemme sinulle kultaiset pankut, hopianastoilla.
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12
|Cantares 1:12|
Kuin kuningas istui pöytänsä tykönä, antoi nardukseni hajunsa.
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13
|Cantares 1:13|
Ystäväni on minun mirrhamkimppuni, joka minun rinnoillani riippuu.
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14
|Cantares 1:14|
Minun ystäväni on minulle Kyprin viinamarjan rypäle, Engeddin viinamäessä.
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15
|Cantares 1:15|
Katso, armaani, sinä olet ihana: katso, sinä olet ihana, silmäs ovat niinkuin kyhkyläisen silmät.
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16
|Cantares 1:16|
Katso, ystäväni, sinä olet ihana ja suloinen, ja meidän vuoteemme myös viheriöitsee.
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17
|Cantares 1:17|
Meidän huoneemme kaaret ovat sedripuusta, vuolteet hongasta.
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1
|Cantares 2:1|
Minä olen Saronin kukkanen, ja kukoistus laaksossa.
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2
|Cantares 2:2|
Niinkuin ruusu orjantappuroissa, niin on armaani tytärten seassa.
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3
|Cantares 2:3|
Niinkuin omenapuu metsäpuiden seassa, niin on ystäväni poikain seassa: minä istun hänen varjossansa, jota minä anon, ja hänen hedelmänsä on minun suussani makia.
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Sugestões

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13 de junho LAB 530
O SOFRIMENTO PODE SER UMA DISCIPLINA
JÓ 35-37
Você está lendo direitinho o livro de Jó? Tem sido perseverante em ler os discursos dos quatro amigos e, principalmente ontem e hoje, o discurso do “amigo” Eliú? Porque se não formos perseverantes para, pelo menos, ler a história, é uma vergonha, não é mesmo? Pense na perseverança que Jó teve, ao suportar o sofrimento dele. Ele foi o homem que mais sofreu no mundo, mas que também se tornou símbolo da paciência, pela perseverança que teve em suportar tudo.
Os amigos dele, apesar de ficarem falando muita besteira, também foram perseverantes, coitados! Eles não merecem só a nossa critica, mas merecem também a nossa atenção, porque, apesar dos pesares, eles estavam tentando acertar. Pelo menos, eles estavam ao redor do sorumbático sofredor. Isso já foi uma virtude: aguentar ficar ao lado de Jó.
E nós estamos lendo, especificamente, sobre a última fala de Eliú, que foi o último dos quatro a falar, antes de Deus chegar e se pronunciar naquela discussão. E como as leituras de ontem e de hoje são um discurso só, quero retomar um trecho, que está em Jó 33:14-19, para contextualizar o que quero dizer aqui sobre a leitura de hoje. Assim, faríamos um fechamento sobre essa discussão do sofrimento de Jó.
“Pois a verdade é que Deus fala, ora de um modo, ora de outro, mesmo que o homem não o perceba. Em sonho ou em visão durante a noite, quando o sono profundo cai sobre os homens e eles dormem em suas camas, ele pode falar aos ouvidos deles e aterrorizá-los com advertências, para prevenir o homem das suas más ações e livrá-lo do orgulho, para preservar da cova a sua alma, e a sua vida da espada. Ou o homem pode ser castigado no leito de dor, com os seus ossos em constante agonia.”
Comentando sobre isso, veja o que encontrei no periódico “Jó, sofrimento e restauração”, 3º trimestre de 1980, pág. 75: “Eliú era um jovem insatisfeito tanto com os discursos de Jó como os de seus três amigos. Talvez a maior contribuição de Eliú ao debate é a nova ênfase à ideia de que o sofrimento pode ser disciplina, em vez de punição... O conceito de Eliú sobre o sofrimento considerando-o como disciplina não é novo na história de Jó. É a ênfase que ele dá ao conceito que é nova... [Jó] ...deixou que Eliú realçasse a ideia de que o sofrimento pode ser uma disciplina, antes que uma punição”.
Essa é a grande lição. O sofrimento que nos assola não é de todo mal. O lado bom é que ele nos disciplina.
Valdeci Júnior
Fátima Silva