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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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1
|Isaías 14:1|
Sillä Herra armahtaa Jakobia ja valitsee vielä nyt Israelin, ja panee heitä heidän maahansa; ja muukalaisten pitää antaman itsensä heidän allensa, ja suostuman Jakobin huoneeseen.
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2
|Isaías 14:2|
Ja kansat ottavat heidät, ja vievät heitä heidän paikkaansa, ja Israelin huone on omistava heitä Herran maassa palvelioiksi ja piioiksi; ja pitää heitä vankina pitämän, joilta he olivat vangitut, ja niin he vallitsevat vaivaajiansa.
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3
|Isaías 14:3|
Ja pitää tapahtuman siihen aikaan kuin Herra on antava sinulle levon sinun surustas ja vaivastas, ja siitä kovasta orjuudesta, jossas orjana pidettiin;
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4
|Isaías 14:4|
Että sinun pitää puhuman näin Babelin kuningasta vastaan ja sanoman: kuinka vaivaaja on tullut perikatoon, ja veron laskemus on loppuun joutunut.
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5
|Isaías 14:5|
Herra on taittanut jumalattomain sauvan, vallitsiain vitsan.
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6
|Isaías 14:6|
Joka löi kansaa julmuudessa ilman lakkaamata, ja vallitsi pakanoita ankaruudella, ja vaivasi heitä ilman laupiutta.
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7
|Isaías 14:7|
Nyt on kuitenkin koko maailmalla lepo, ja on alallansa ja riemuitsee ilossa.
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8
|Isaías 14:8|
Ja hongat myös riemuitsevat sinusta, ja sedrit Libanonissa, (ja sanovat): ettäs makaat, niin ei nouse yhtään, joka meitä maahan hakkaa.
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9
|Isaías 14:9|
Helvetti vapisi alhaalla sinua, sinun tulemisestas; se herättää sinulle kuolleet, kaiken maailman päämiehet, ja käski kaikkia pakanain kuninkaita nousta heidän istuimiltansa.
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10
|Isaías 14:10|
Kaikkein pitää vastaaman ja sanoman sinulle: sinä olet myös lyöty niinkuin mekin, ja sinun kätees käy niinkuin meidänkin.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva