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Afrikaans (1953) -
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|1 Tessalonicenses 3:11|
Maar mag onse God en Vader self en onse Here Jesus Christus ons weg na julle toe rig;
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|1 Tessalonicenses 3:12|
en mag die Here julle ryk en oorvloedig maak in liefde vir mekaar en vir almal, soos ons ook teenoor julle is,
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|1 Tessalonicenses 3:13|
sodat Hy julle harte kan versterk om onberispelik te wees in heiligheid voor onse God en Vader by die wederkoms van onse Here Jesus Christus met al sy heiliges.
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1
|1 Tessalonicenses 4:1|
Verder dan, broeders, vra en vermaan ons julle in die Here Jesus dat julle, soos julle van ons geleer het hoe julle moet wandel en God behaag, nog oorvloediger mag wees.
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2
|1 Tessalonicenses 4:2|
Want julle weet watter bevele ons julle deur die Here Jesus gegee het.
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3
|1 Tessalonicenses 4:3|
Want dit is die wil van God: julle heiligmaking; dat julle jul moet onthou van die hoerery;
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4
|1 Tessalonicenses 4:4|
dat elkeen van julle moet weet om sy eie vrou te verkry in heiligheid en eer,
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5
|1 Tessalonicenses 4:5|
nie in hartstogtelike begeerlikheid soos die heidene wat God nie ken nie;
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|1 Tessalonicenses 4:6|
dat niemand sy broeder in hierdie saak moet bedrieg en benadeel nie, omdat die Here 'n wreker is oor al hierdie dinge, soos ons aan julle ook vantevore gesê en betuig het.
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7
|1 Tessalonicenses 4:7|
Want God het ons nie tot onreinheid geroep nie, maar tot heiligmaking.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva