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Afrikaans (1953) -
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18
|1 Tessalonicenses 4:18|
Bemoedig mekaar dan met hierdie woorde.
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1
|1 Tessalonicenses 5:1|
Maar oor die tye en geleenthede, broeders, het julle nie nodig dat aan julle geskryf word nie;
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2
|1 Tessalonicenses 5:2|
want julle weet self baie goed dat die dag van die Here kom net soos 'n dief in die nag.
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3
|1 Tessalonicenses 5:3|
Want wanneer hulle sê: Vrede en veiligheid--dan oorval 'n skielike verderf hulle soos die barensnood 'n swanger vrou, en hulle sal sekerlik nie ontvlug nie.
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4
|1 Tessalonicenses 5:4|
Maar julle, broeders, is nie in duisternis, dat die dag julle soos 'n dief sou oorval nie.
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5
|1 Tessalonicenses 5:5|
Julle is almal kinders van die lig en kinders van die dag; ons is nie van die nag of die duisternis nie.
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6
|1 Tessalonicenses 5:6|
Laat ons dan nie slaap soos die ander nie, maar laat ons waak en nugter wees.
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7
|1 Tessalonicenses 5:7|
Want die wat slaap, slaap in die nag; en die wat dronk word, is in die nag dronk.
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8
|1 Tessalonicenses 5:8|
Maar laat ons wat van die dag is, nugter wees, met die borswapen van geloof en liefde aan, en as helm die hoop op die saligheid.
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9
|1 Tessalonicenses 5:9|
Want God het ons nie bestem tot toorn nie, maar om die saligheid te verkry deur onse Here Jesus Christus
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva