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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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31
|Juízes 11:31|
then it shall be, that whatsoever cometh forth from the doors of my house to meet me, when I return in peace from the children of Ammon, it shall be Jehovah's, and I will offer it up for a burnt-offering.
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32
|Juízes 11:32|
So Jephthah passed over unto the children of Ammon to fight against them; and Jehovah delivered them into his hand.
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33
|Juízes 11:33|
And he smote them from Aroer until thou come to Minnith, even twenty cities, and unto Abelcheramim, with a very great slaughter. So the children of Ammon were subdued before the children of Israel.
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34
|Juízes 11:34|
And Jephthah came to Mizpah unto his house; and, behold, his daughter came out to meet him with timbrels and with dances: and she was his only child; besides her he had neither son nor daughter.
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35
|Juízes 11:35|
And it came to pass, when he saw her, that he rent his clothes, and said, Alas, my daughter! thou hast brought me very low, and thou art one of them that trouble me; for I have opened my mouth unto Jehovah, and I cannot go back.
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36
|Juízes 11:36|
And she said unto him, My father, thou hast opened thy mouth unto Jehovah; do unto me according to that which hath proceeded out of thy mouth, forasmuch as Jehovah hath taken vengeance for thee on thine enemies, even on the children of Ammon.
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37
|Juízes 11:37|
And she said unto her father, Let this thing be done for me: let me alone two months, that I may depart and go down upon the mountains, and bewail my virginity, I and my companions.
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38
|Juízes 11:38|
And he said, Go. And he sent her away for two months: and she departed, she and her companions, and bewailed her virginity upon the mountains.
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39
|Juízes 11:39|
And it came to pass at the end of two months, that she returned unto her father, who did with her according to his vow which he had vowed: and she knew not man. And it was a custom in Israel,
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40
|Juízes 11:40|
that the daughters of Israel went yearly to celebrate the daughter of Jephthah the Gileadite four days in a year.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva