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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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|Juízes 13:6|
Then the woman came and told her husband, saying, A man of God came unto me, and his countenance was like the countenance of the angel of God, very terrible; and I asked him not whence he was, neither told he me his name:
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7
|Juízes 13:7|
but he said unto me, Behold, thou shalt conceive, and bear a son; and now drink no wine nor strong drink, and eat not any unclean thing; for the child shall be a Nazirite unto God from the womb to the day of his death.
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8
|Juízes 13:8|
Then Manoah entreated Jehovah, and said, Oh, Lord, I pray thee, let the man of God whom thou didst send come again unto us, and teach us what we shall do unto the child that shall be born.
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9
|Juízes 13:9|
And God hearkened to the voice of Manoah; and the angel of God came again unto the woman as she sat in the field: but Manoah her husband was not with her.
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10
|Juízes 13:10|
And the woman made haste, and ran, and told her husband, and said unto him, Behold, the man hath appeared unto me, that came unto me the [other] day.
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11
|Juízes 13:11|
And Manoah arose, and went after his wife, and came to the man, and said unto him, Art thou the man that spakest unto the woman? And he said, I am.
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|Juízes 13:12|
And Manoah said, Now let thy words come to pass: what shall be the ordering of the child, and [how] shall we do unto him?
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13
|Juízes 13:13|
And the angel of Jehovah said unto Manoah, Of all that I said unto the woman let her beware.
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|Juízes 13:14|
She may not eat of anything that cometh of the vine, neither let her drink wine or strong drink, nor eat any unclean thing; all that I commanded her let her observe.
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15
|Juízes 13:15|
And Manoah said unto the angel of Jehovah, I pray thee, let us detain thee, that we may make ready a kid for thee.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva