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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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1
|Juízes 12:1|
And the men of Ephraim were gathered together, and passed northward; and they said unto Jephthah, Wherefore passedst thou over to fight against the children of Ammon, and didst not call us to go with thee? we will burn thy house upon thee with fire.
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2
|Juízes 12:2|
And Jephthah said unto them, I and my people were at great strife with the children of Ammon; and when I called you, ye saved me not out of their hand.
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3
|Juízes 12:3|
And when I saw that ye saved me not, I put my life in my hand, and passed over against the children of Ammon, and Jehovah delivered them into my hand: wherefore then are ye come up unto me this day, to fight against me?
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4
|Juízes 12:4|
Then Jephthah gathered together all the men of Gilead, and fought with Ephraim; and the men of Gilead smote Ephraim, because they said, Ye are fugitives of Ephraim, ye Gileadites, in the midst of Ephraim, [and] in the midst of Manasseh.
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5
|Juízes 12:5|
And the Gileadites took the fords of the Jordan against the Ephraimites. And it was so, that, when [any of] the fugitives of Ephraim said, Let me go over, the men of Gilead said unto him, Art thou an Ephraimite? If he said, Nay;
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6
|Juízes 12:6|
then said they unto him, Say now Shibboleth; and he said Sibboleth; for he could not frame to pronounce it right: then they laid hold on him, and slew him at the fords of the Jordan. And there fell at that time of Ephraim forty and two thousand.
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7
|Juízes 12:7|
And Jephthah judged Israel six years. Then died Jephthah the Gileadite, and was buried in [one of] the cities of Gilead.
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8
|Juízes 12:8|
And after him Ibzan of Beth-lehem judged Israel.
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9
|Juízes 12:9|
And he had thirty sons; and thirty daughters he sent abroad, and thirty daughters he brought in from abroad for his sons. And he judged Israel seven years.
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10
|Juízes 12:10|
And Ibzan died, and was buried at Beth-lehem.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva