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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Ester 1:1|
I Ahasverus' tid - det var den Ahasverus som regjerte fra India like til Etiopia over hundre og syv og tyve landskaper -
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|Ester 1:2|
i de dager da kong Ahasverus satt på sin kongetrone i borgen Susan,
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|Ester 1:3|
i hans regjerings tredje år hendte det at han gjorde et gjestebud for alle sine fyrster og tjenere; Persias og Medias hærførere og hans fornemste menn og landskapenes fyrster var samlet hos ham.
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|Ester 1:4|
I mange dager - hundre og åtti dager - viste han dem sin kongelige herlighet og rikdom og sin storhets glans og prakt.
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|Ester 1:5|
Da de dager var til ende, gjorde kongen et gjestebud i syv dager for alt folket som fantes i borgen Susan, både store og små, i forgården til haven ved kongens slott.
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|Ester 1:6|
Tepper av hvitt linnet, bomullstøi og blått purpur var festet med snorer av hvit bomull og rødt purpur i sølvringer og til marmorsøiler; benker av gull og sølv stod på et gulv av alabast og hvitt marmor og perlemor og sort marmor.
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|Ester 1:7|
Drikkene blev skjenket i skåler av gull, og skålene var alle ulik hverandre, og kongelig vin var det i mengde, som det høvde hos en konge.
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|Ester 1:8|
Og for drikningen gjaldt den forskrift at ingen skulde nødes; for kongen hadde befalt alle sine hushovmestere å la enhver få så meget han selv ønsket.
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|Ester 1:9|
Samtidig gjorde dronning Vasti et gjestebud for kvinner i kong Ahasverus kongelige hus.
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|Ester 1:10|
På den syvende dag, da kongen var blitt vel til mote av vinen, sa han til Mehuman, Bista, Harbona, Bigta og Abagta, Setar og Karkas, de syv hoffmenn som gjorde tjeneste hos kong Ahasverus,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva