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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Neemias 1:11|
Akk, Herre! La ditt øre merke på din tjeners og dine tjeneres bønn, de som gjerne vil frykte ditt navn, og la det idag lykkes for din tjener, og la ham finne barmhjertighet hos denne mann! - Jeg var dengang munnskjenk hos kongen.
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1
|Neemias 2:1|
I måneden nisan i kong Artaxerxes' tyvende år traff det sig engang så at det var satt vin frem for ham; jeg tok da vinen og rakte kongen den, og han hadde alltid hatt godhet for mig.
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2
|Neemias 2:2|
Da sa kongen til mig: Hvorfor ser du så bedrøvet ut? Du er jo ikke syk; det kan ikke være annet enn hjertesorg. Da blev jeg meget redd.
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3
|Neemias 2:3|
Og jeg sa til kongen: Kongen leve evindelig! Skulde jeg ikke se bedrøvet ut når byen hvor mine fedres graver er, ligger øde, og dens porter er fortært av ild?
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4
|Neemias 2:4|
Da sa kongen til mig: Hvad er det da du ønsker? Da bad jeg til himmelens Gud,
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5
|Neemias 2:5|
og så sa jeg til kongen: Om kongen så synes, og dersom du har godhet for din tjener, så ber jeg at du vil la mig reise til Juda, til den by hvor mine fedres graver er, så jeg kan bygge den op igjen.
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6
|Neemias 2:6|
Da spurte kongen mig, mens dronningen satt ved hans side: Hvor lenge vil din reise vare, og når kommer du igjen? Kongen syntes godt om dette og gav mig lov til å reise, efterat jeg hadde nevnt en bestemt tid for ham.
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7
|Neemias 2:7|
Så sa jeg til kongen: Om kongen så synes, så la mig få brev med til stattholderne hinsides elven* at de skal la mig dra igjennem hos sig, til jeg kommer til Juda, / {* Eufrat.}
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8
|Neemias 2:8|
likeså et brev til Asaf, han som har opsyn over kongens skoger, at han skal gi mig tømmer til å tømre op portene til den borg som hører til templet, og portene til bymuren og tømmer til det hus som jeg skal bo i. Og kongen gav mig det, fordi min Gud holdt sin gode hånd over mig.
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9
|Neemias 2:9|
Da jeg kom til stattholderne hinsides elven, gav jeg dem kongens brev; kongen hadde også sendt krigshøvedsmenn og hestfolk med mig.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva