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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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8
|Neemias 4:8|
Og de sammensvor sig alle om å komme og stride mot Jerusalem og hindre folket i dets arbeid.
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9
|Neemias 4:9|
Men vi bad til vår Gud, og vi stilte ut vaktposter mot dem dag og natt av frykt for dem.
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10
|Neemias 4:10|
Da sa jødene: Bærernes kraft svikter, og grushaugene er for store; vi makter ikke lenger å bygge på muren.
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11
|Neemias 4:11|
Og våre motstandere sa: De må ikke få vite eller merke noget før vi står midt iblandt dem og hugger dem ned og således gjør ende på arbeidet.
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12
|Neemias 4:12|
Da nu de jøder som bodde i nærheten av dem, kom fra alle kanter og vel ti ganger sa til oss: I må vende tilbake til oss,
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13
|Neemias 4:13|
da stilte jeg folket op på de laveste steder bak muren, på de åpne plasser; jeg stilte dem op efter deres ætter med sine sverd og spyd og buer.
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14
|Neemias 4:14|
Og da jeg så dem opstilt, gikk jeg frem og sa til de fornemme og forstanderne og til hele folket: Vær ikke redd dem, tenk på Herren, den store og forferdelige, og strid for eders brødre, eders sønner og døtre, eders hustruer og eders hjem!
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|Neemias 4:15|
Da våre fiender hørte at vi hadde fått vite det, og at Gud hadde gjort deres råd til intet, vendte vi alle sammen tilbake til muren, hver til sitt arbeid.
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|Neemias 4:16|
Fra den dag arbeidet bare den ene halvdel av mine unge menn på verket, mens den andre halvdel av dem stod der med sine spyd, skjold, buer og brynjer, og høvdingene stod bakenfor hele Judas folk.
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|Neemias 4:17|
De som bygget på muren, og bærerne med sine byrder, de arbeidet med sin ene hånd på verket, og med den andre holdt de sitt våben;
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva