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Maori -
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10
|1 Timóteo 4:10|
Koia hoki matou ka mahi, ka tohe, no te mea kua whakamau to matou tumanako ki te Atua ora, ko ia nei te Kaiwhakaora o nga tangata katoa, engari rawa ia o te hunga whakapono.
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11
|1 Timóteo 4:11|
Me kauwhau enei mea e koe, me whakaako.
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12
|1 Timóteo 4:12|
Kei whakahawea tetahi ki a koe, he taitamariki nou; engari hei tauira koe ki te hunga whakapono, tau kupu, tau whakahaere, tou aroha, tou whakapono, tou ngakau ma.
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13
|1 Timóteo 4:13|
Kia aro nui koe ki te korero pukapuka, ki te whakahauhau, ki te whakaako, kia tae atu ra ano ahau.
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14
|1 Timóteo 4:14|
Kei waiho noa te mea homai noa kei roto na i a koe, i homai ra ki a koe he mea poropiti, i te whakapanga ai o nga ringaringa o nga kaumatua.
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15
|1 Timóteo 4:15|
Ata whakaaroa enei mea: kia pau tou kaha ki reira; kia kitea ai e te katoa tou nekehanga ake.
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16
|1 Timóteo 4:16|
Kia mahara ki a koe ano, ki te whakaakoranga hoki: kia u ki enei mea: ki te mea hoki koe i tenei, ka whakaora koe i a koe ano, i te hunga ano hoki e whakarongo ana ki a koe.
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1
|1 Timóteo 5:1|
¶ Kaua e whakatupehupehu ki te kaumatua; engari ata korerotia atu ano he matua; ko nga taitamariki hoki ano he teina;
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2
|1 Timóteo 5:2|
Ko nga ruruhi ano he whaea; ko nga wahine taitamariki ano he tuahine, i runga i nga whakaaro ma katoa.
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3
|1 Timóteo 5:3|
¶ Whakahonoretia nga pouaru, ara nga tino pouaru.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva