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Maori -
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1
|1 Pedro 1:1|
¶ Na Pita, he apotoro na Ihu Karaiti, ki te hunga whiriwhiri e noho manene ana i Ponoto, i Karatia, i Kaporokia, i Ahia, i Pitinia,
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2
|1 Pedro 1:2|
He hunga kua oti te whiriwhiri, te pera ano me ta te Atua Matua i matau ai i mua, i runga i te whakatapunga a te Wairua, kia ngohengohe, kia tauhiuhia ki nga toto o Ihu Karaiti: Kia whakanuia ki a koutou te aroha noa, me te rangimarie.
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3
|1 Pedro 1:3|
¶ Kia whakapaingia te Atua, te Matua o to tatou Ariki, o Ihu Karaiti, nana nei, na tana mahi tohu e nui nei, tatou i whanau hou ai ki te tumanako ora, i a Ihu Karaiti ka ara ake nei i te hunga mate,
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4
|1 Pedro 1:4|
Ki te kainga kahore ona pirau, kahore ona poke, e kore ano hoki e memeha, e puritia mai nei i te rangi mo koutou,
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5
|1 Pedro 1:5|
Mo te hunga e tiakina nei e te kaha o te Atua i runga i te whakapono, kia taea ra ano te whakaoranga kua rite noa ake nei, a ka whakakitea mai a te wa whakamutunga.
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6
|1 Pedro 1:6|
¶ Nui atu to koutou koa ki tenei, ahakoa pouri mo te wa iti nei, kite ai he pouri, i nga whakamatautauranga maha:
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7
|1 Pedro 1:7|
Na, ko te whakamatautauranga o to koutou whakapono, nui atu tona pai i to te koura e memeha nei, ae ra i te mea kua oti te whakamatautau ki te kapura, a ka kitea tona tukunga iho, he whakamoemiti, he honore, he kororia, a te whakakitenga mai o Ih u Karaiti,
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8
|1 Pedro 1:8|
Kahore nei ia e kitea e koutou, heoi arohaina ana e koutou; ahakoa kahore koutou e kite inaianei, heoi i a koutou ka whakapono nei ki a ia, nui atu te koa, he koa kororia, e kore e taea te korero:
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9
|1 Pedro 1:9|
I te mea ka whiwhi ki te tukunga iho o to koutou whakapono, ki te whakaoranga o o koutou wairua.
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10
|1 Pedro 1:10|
¶ Ko taua whakaora, he mea ata rapu he mea whakataki iho na nga poropiti i poropititia ai te aroha noa, ara tenei i a koutou nei:
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva