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Maori -
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19
|1 Pedro 4:19|
Na, ko te hunga ano kua pai nei te Atua kia whakamamaetia ratou, me tuku e ratou o ratou wairua ki a ia, ara ki te Kaihanga pono, me te mahi ano ia i te pai.
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1
|1 Pedro 5:1|
¶ He whakahau tenei naku ki nga kaumatua i roto i a koutou, he hoa kaumatua hoki ahau, he kaiwhakaatu mo nga mamae o te Karaiti, kua whiwhi tahi nei hoki ki te kororia e whakakite mai i muri:
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2
|1 Pedro 5:2|
Whangainga te kahui a te Atua i roto i a koutou; kaua e ngakaukore ina tirotiro, engari kia hihiko; kaua mo te taonga he, engari i runga i te ngakau nui;
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3
|1 Pedro 5:3|
Kaua ano hoki e whakatupu rangatira ki ta te Atua wahi, engari hei tauira koutou ki te kahui.
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4
|1 Pedro 5:4|
A kia puta mai te tino Hepara, ka whiwhi koutou ki te karauna kororia e kore e pirau.
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5
|1 Pedro 5:5|
¶ Me koutou ano hoki, e nga taitamariki, kia ngohengohe ki nga kaumatua. Kia ngohengohe ano hoki koutou katoa, tetahi ki tetahi, ko te ngakau papaku ano hei whitiki mo koutou: no te mea hoki e pakeke ana te Atua ki te hunga whakapehapeha, ka hoatu ia e ia he aroha noa ki te hunga papaku.
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6
|1 Pedro 5:6|
Na, whakapapaku iho koutou i raro i te ringaringa kaha o te Atua, kia whakateiteitia ake ai koutou e ia i te wa e pai ai:
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7
|1 Pedro 5:7|
Maka atu o koutou manukanuka katoa ki runga ki a ia; e whakaaro ana hoki ia ki a koutou.
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8
|1 Pedro 5:8|
¶ Kia mataara, kai matapopore; kei te haereere hoki to koutou hoa whawhai, te rewera, ano he raiona e ngengere ana, e rapu ana i te tangata hei horomanga mana:
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9
|1 Pedro 5:9|
Kia u ki te whakapono, ka tu atu ai ki a ia; me te mahara ano ka rite aua mamae nei ano i o koutou teina i te ao.
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Sugestões

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03 de setembro LAB 612
APROVEITE A DISCIPLINA POR AMOR
Ezequiel 21-23
O que significa a expressão “o cetro de meu filho”, de Ezequiel 21:10?
Pra entender essa figura, você precisa tentar entender todo o trecho de texto. Ezequiel 21:8-17 trata da Espada Afiada e Polida.
Na sequência dos capítulos anteriores, o terror da destruição próxima de Jerusalém é descrito neste oráculo aqui, em termos ainda assustadores. A espada não só estava desembainhada, mas está afiada e polida para o dia da matança (v.10). Não era ocasião nem para regozijo, nem para zombaria. Por ocasião do sítio de Jerusalém por Senaqueribe nos dias do rei Ezequias, houve aqueles que, com o maior cinismo, estavam se preparando para o desastre que ameaçava engolfar a cidade dizendo: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (Isaías 22:13). Aparentemente, a história iria repetir-se ao Jerusalém ser sitiada pelos exércitos de Nabucodonosor. Esta diferença cínica em face de um perigo mortal reproduziu-se por ocasião do banquete que Belsazar ofereceu a seus grandes à véspera da tomada de Babilônia pelas tropas de Ciro (Daniel 5).
A frase final do v.10, que, a princípio, oferece umas certas dificuldades para ser entendida, poderia ser traduzida assim: “O cetro [na NVI, vareta] de meu filho despreza qualquer [outro] pau”. O termo hebraico “shebet” significa não somente “cetro”, mas também “tribo”. Nas bênçãos que Jacó proferiu em seu leito de morte somente de Judá diz ele beni, “filho meu” (Gênesis 49:9). Levando em consideração estes dois fatos, a frase “a tribo de meu filho” seria uma referência à tribo de Judá. O sentido de toda a frase seria então: “Judá despreza qualquer pau”. “Pau” teria neste contexto o sentido de “castigo”. Como Judá tinha desprezado os castigos mais leves do passado representados pelo “pau”, teria agora que sofrer o castigo da espada afiada e polida.
Através do “matador” do v.11, que é o NABUCODONOSOR, ou melhor, o exército que ele comandava, iria acontecer uma guerra contra todo o povo de Judá, e mesmo os príncipes não escapariam (v.12). O castigo seria feio. Judá, que tinha desprezado os castigos anteriores expressados pela vara, não sobreviveria ao castigo da espada (versos 13 e 10). A carnificina que ocorreria por ocasião do sítio e conquista de Jerusalém é descrita em termos horripilantes nos vv.14-17. E isso tudo realmente aconteceu. Infelizmente.
Lição de aplicação para a nossa vida: quando Deus nos permitir uma leve conseqüência ruim, em vez de desprezarmos a repreensão ou, em vez de até mesmo reclamar com Deus, o melhor é procurar aprender a lição enquanto a disciplina é leve. Caso contrário, a repreensão posterior pode ser insuportável. Concluindo tudo, o conselho é: aproveite a disciplina por amor.
Valdeci Júnior
Fátima Silva