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Maori -
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6
|1 Pedro 2:6|
Mo reira tera wahi o te karaipiture, Na, ka whakatakotoria e ahau ki Hiona te tino kamaka o te kokonga, he mea whiriwhiri, he mea utu nui, a, ko te tangata e whakapono ana ki a ia e kore e tukua kia whakama.
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7
|1 Pedro 2:7|
Ki a koutou e whakapono na he mea utu nui ia: ki te hunga whakaponokore ia, ko te kamaka i kapea e nga kaihanga, kua meinga tenei hei upoko mo te kokonga,
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8
|1 Pedro 2:8|
Hei kamaka tutukitanga waewae ia, hei toka whakahinga; ki te hunga e tutuki ana ki te kupu, ki te hunga whakaponokore: i whakaritea mai hoki ratou hei penei.
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9
|1 Pedro 2:9|
Ko koutou ia he iwi whiriwhiri, he tohungatanga kingi, he iwi tapu, he iwi kua riro pu mai ma te Atua; hei whakapuaki i nga pai o te kaikaranga i a koutou i roto i te pouri ki tona marama whakamiharo:
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10
|1 Pedro 2:10|
I mua ehara i te iwi, inaianei ia he iwi na te Atua: kihai nei i tohungia i mua, inaianei ia ka tohungia.
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11
|1 Pedro 2:11|
E oku hoa aroha, ko taku whakahau atu tenei, he hunga noho noa, he manene hoki koutou, kia mawehe i nga hiahia kikokiko e whawhai nei ki te wairua;
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12
|1 Pedro 2:12|
Kia pai ta koutou whakahaere i roto i nga tauiwi, mo ta ratou whakapae ki a koutou, he kaimahi koutou i te kino, na kia whakakororia ratou i te Atua a te ra o te tirohanga mai, ina kite i a koutou mahi pai.
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13
|1 Pedro 2:13|
¶ Kia ngohengohe koutou ki nga tikanga katoa a te tangata, he whakaaro ki te Ariki: ahakoa ki te kingi, ki te mea nui rawa;
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14
|1 Pedro 2:14|
Ki nga kawana ranei, ki te hunga i tonoa mai e ia hei whiu i nga kaimahi i te kino, hei whakamoemiti ia mo te hunga e mahi ana i te pai.
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15
|1 Pedro 2:15|
Ko ta te Atua hoki tenei i pai ai, kia ai a koutou mahi pai hei puru mo nga mangai kuware o nga tangata whakaarokore:
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva