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Maori -
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1
|Obadias 1:1|
¶ Ko te kite a Oparia. Ko te kupu tenei a te Ariki, a Ihowa, mo Eroma; Kua tae mai he korero i a Ihowa, kua oti ano he karere te unga ki nga tauiwi, hei mea, Whakatika, kia whakatika atu hoki tatou ki a ia ki te whawhai.
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2
|Obadias 1:2|
Nana, kua oti koe te mea e ahau kia iti i roto i nga tauiwi: nui atu te whakahawea ki a koe.
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3
|Obadias 1:3|
Kua oti koe te tinihanga e te whakapehapeha o tou ngakau, e koe e noho na i nga kapiti o te kamaka, kei runga na tona nohoanga; e mea na i roto i tona ngakau, Ko wai hei whakahoki iho i ahau ki raro ki te whenua?
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4
|Obadias 1:4|
Ahakoa i rite tou kakenga ki to te ekara, ahakoa i hanga e koe tou kohanga ki nga whetu, ka whakahokia iho koe e ahau i reira, e ai ta Ihowa.
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5
|Obadias 1:5|
Me i tae he kaitahae ki a koe, he kaipahua ranei i te po, taukiri e, tou ngaromanga! e kore ranei ratou e tahae, kia maha ra ano nga mea ma ratou? me i tae he kaiwhawhaki karepe ki a koe, e kore ranei etahi karepe e whakatoea e ratou?
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6
|Obadias 1:6|
Taukiri e, te rapunga atu o nga mea a Ehau! te kimihanga o ana mea ngaro!
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7
|Obadias 1:7|
Ko nga tangata katoa o tau kawenata, kua riro koe i a ratou, tae rawa ki te rohe: ko nga tangata i mau nei ta ratou rongo ki a koe, kua tinihanga ki a koe, a taea ana koe e ratou; ko te hunga i kai i tau taro kua takoto i a ratou he mahanga ki ra ro i a koe: kahore he matauranga i a ia.
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8
|Obadias 1:8|
He teka ianei, e ai ta Ihowa, ka kore i ahau i taua ra nga tangata whakaaro nui i roto i Eroma, me te matauranga o te maunga o Ehau?
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9
|Obadias 1:9|
A ka wehi ou marohirohi, e Temana, he mea e hatepea atu ai nga tangata katoa o te maunga o Ehau, tukituki rawa.
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10
|Obadias 1:10|
¶ Ka taupokina koe e te whakama hei utu mo te mahi tutu ki tou teina, ki a Hakopa, ka hatepea atu ano koe a ake ake.
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Sugestões

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30 de janeiro LAB 396
TRABALHO ABENÇOADO
Êxodo 37-38
Vamos trazer o pano de fundo de Êxodo 37-38 para uma comparação com algo que acontece, de forma semelhante, em toda a História. Esses bastidores também têm tudo a ver com o mundo atual em que vivemos. E as lições são muitas.
A inteligência é uma dádiva. Deus a concede à humanidade para beneficiar-lhe. E o ser humano usa-a para o seu malefício, provocando sua própria destruição em um processo vicioso de regressão dos valores e dos princípios.
Para solucionar os problemas de sobrevivência e conceder bem-estar às pessoas – que vivem em um mundo degradado – Deus concede-lhes a capacidade de produzir inventos poderosamente bons. Gutenberg inaugurou a imprensa com a frase “Pai nosso que estás nos Céus” e, logo em seguida, editou a Bíblia para a salvação de muitos. Isso evoluiu tanto, que hoje trocamos as informações gráficas virtualmente. Nossos computadores, interligados em rede, nos proporcionam essa bênção. Que benefício para os universitários!
Mas, na proporção que essas bênçãos são dadas aos seres humanos, eles, infelizmente, transformam-nas em degradação moral. Você pode perceber isso, de maneira muito clara, quando passa por uma banca de revistas e vê que a literatura ali existente, quase em sua totalidade, é um borrão para a alma. Ou, quando as estatísticas comprovam que o mercado pornográfico fatura bilhões e bilhões de dólares, especialmente pela mídia digital. É! O mundão em que vivemos é o verdadeiro retrato pintado pela letra de Léo Canhoto na música “O Último Julgamento”. Com isso, o homem sempre inova algo, com aparência e sofisticação superiores ao que já existia, mas com menores soluções para os seus problemas anteriores. Aumenta-se assim, a fraqueza e a autodestruição humanas.
Hoje são inventadas novas tecnologias com a finalidade de ajudar. Ajudarão, por um tempo, até que passarão a atrapalhar, necessitando de novas invenções para remediá-las que, por sua vez, entrarão no mesmo ciclo vicioso. Esse ciclo degenerativo das inovações tecnológicas acontece sob uma análise feita absolutamente no nível da capacidade humana.
Entretanto, o homem pode produzir feitos que não sejam tão “desgraçantes”, mas, pelo contrário, benéficos e duradouros. Como? A arca da aliança, a mesa e os utensílios, o candelabro de ouro e o altar dos holocaustos ainda são lembrados com tanto carinho e têm uma representação no próprio santuário celestial por causa de um diferencial. Foram produzidos com o segredo de Bezalel e seus companheiros de serviço: “Moisés inspecionou a obra e viu que tinham feito tudo conforme o Senhor tinha ordenado. Então, Moisés os abençoou” (Êxodo 39:43).
Entregue seu trabalho a Deus e deixe-O guiá-lo. Certamente, ele não fará parte do ciclo degenerativo das inovações tecnológicas. Vai ser muito abençoado!
Valdeci Júnior
Fátima Silva