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Maori -
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1
|Miquéias 1:1|
¶ Ko te kupu a Ihowa i puta mai ki a Mika Morahati i nga ra o nga kingi o Hura, ara o Iotama, o Ahata, o Hetekia, ko tana i kite ai mo Hamaria raua ko Hiruharama.
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2
|Miquéias 1:2|
Whakarongo e nga iwi, e koutou katoa; kia whai taringa mai, e te whenua, me nga mea katoa i roto i a koe: ko te Ariki, ko Ihowa hei whakaatu i to koutou he, ko te Ariki mai i tona temepara tapu.
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3
|Miquéias 1:3|
No te mea, nana, kei te puta mai a Ihowa i tona wahi, ka heke iho ia, ka takahi ki runga ki nga wahi tiketike o te whenua.
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4
|Miquéias 1:4|
A ka rewa nga maunga i raro i a ia, ka ngatata nga raorao, ka rite ki te waki i mua i te ahi, ki nga wai i ringihia ki te wahi paripari.
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5
|Miquéias 1:5|
Mo te he o Hakopa tenei katoa, mo nga hara o te whare o Iharaira. He aha te he o Hakopa? he teka ianei ko Hamaria? He aha ano hoki nga wahi tiketike o Hura? he teka ianei ko Hiruharama?
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6
|Miquéias 1:6|
Mo reira ka meinga e ahau a Hamaria kia rite ki te puranga o te mara, ki nga whakatokanga hoki o te mara waina; ka ringihia iho ano e ahau ona kohatu ki raro ki te raorao, a ka hurahia e ahau ona turanga.
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7
|Miquéias 1:7|
A ka wawahia ana whakapakoko, mongamonga ana, ka tahuna hoki ona utu katoa ki te ahi, a ka takoto kau i ahau ana whakapakoko katoa: he mea amene hoki nana ki te utu a te wahine kairau, a ka hoki atu ano hei utu ki te wahine kairau.
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8
|Miquéias 1:8|
¶ Mo reira ka tangi ahau, ka aue, ka haere ahau, tihore rawa nga kakahu, tahanga kau: ka rite taku tangi ki ta nga kuri mohoao, taku uhunga ki ta nga otereti.
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9
|Miquéias 1:9|
No te mea ko ona patunga e kore e mahu; kua tae rawa nei hoki ki a Hura; kua tae ki te kuwaha o taku iwi, ara ki Hiruharama.
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10
|Miquéias 1:10|
Kaua e whakaaturia ki Kata, kaua rawa e tangi: kua okeoke ahau i roto i te puehu i Petere Apara.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva