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Maori -
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1
|Miquéias 6:1|
¶ Whakarongo koutou inaianei ki te kupu i korerotia e Ihowa: Whakatika, totohe ki nga maunga, kia rangona hoki tou reo e nga pukepuke.
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2
|Miquéias 6:2|
Whakarongo, e nga maunga nei, ki ta Ihowa totohe, e koutou hoki, e nga turanga kaha o te whenua: he totohe hoki ta Ihowa ki tana iwi, a ka riria e ia te he o Iharaira.
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3
|Miquéias 6:3|
E taku iwi, i aha ahau ki a koe? he ahatanga naku i hoha ai koe? whakaaturia mai toku he.
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4
|Miquéias 6:4|
Naku na hoki koe i kawe mai i te whenua o Ihipa, naku ano koe i hoko i roto i te whare pononga; a i unga atu e ahau a Mohi, a Arona, a Miriama ki mua i a koe.
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5
|Miquéias 6:5|
Kia mahara, e taku iwi, ki te whakaaro i whakatakotoria e Paraka kingi o Moapa, ki te kupu hoki i whakahokia ki a ia e Paraama tama a Peoro; maharatia i Hitimi tae noa ki Kirikara, kia mohio ai koutou ki nga mahi tika a Ihowa.
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6
|Miquéias 6:6|
¶ He aha taku e haere ai ahau ki te aroaro o Ihowa, e piko ai ki te Atua i runga? he patunga tapu ranei te mea e haere ai ahau ki tona aroaro, he kuao tautahi ranei?
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7
|Miquéias 6:7|
E manako ranei a Ihowa ki nga mano o nga hipi toa, ki nga mano kotahi tekau ranei o nga awa hinu? me hoatu ranei e ahau taku matamua hei utu mo taku poka ke, te hua o toku kopu mo te hara o toku wairua?
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8
|Miquéias 6:8|
Kua whakaaturia e ia ki a koe, e te tangata, te mea pai; a he aha ta Ihowa e rapu nei ki a koe, heoi ano ko te whakawa tika, ko te pai ki te tohu tangata, ko te whakaiti me te haere tahi i tou Atua?
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9
|Miquéias 6:9|
¶ E karanga ana te reo o Ihowa ki te pa, a ka kite te tangata whakaaro nui i tou ingoa; whakarongo ki te whiu, ki a ia hoki nana i whakarite.
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10
|Miquéias 6:10|
Tera ano ranei nga taonga o te kino kei roto i te whare o te tangata kino, me te mehua iti, whakarihariha ano?
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva