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Maori -
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1
|Miquéias 6:1|
¶ Whakarongo koutou inaianei ki te kupu i korerotia e Ihowa: Whakatika, totohe ki nga maunga, kia rangona hoki tou reo e nga pukepuke.
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2
|Miquéias 6:2|
Whakarongo, e nga maunga nei, ki ta Ihowa totohe, e koutou hoki, e nga turanga kaha o te whenua: he totohe hoki ta Ihowa ki tana iwi, a ka riria e ia te he o Iharaira.
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3
|Miquéias 6:3|
E taku iwi, i aha ahau ki a koe? he ahatanga naku i hoha ai koe? whakaaturia mai toku he.
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4
|Miquéias 6:4|
Naku na hoki koe i kawe mai i te whenua o Ihipa, naku ano koe i hoko i roto i te whare pononga; a i unga atu e ahau a Mohi, a Arona, a Miriama ki mua i a koe.
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5
|Miquéias 6:5|
Kia mahara, e taku iwi, ki te whakaaro i whakatakotoria e Paraka kingi o Moapa, ki te kupu hoki i whakahokia ki a ia e Paraama tama a Peoro; maharatia i Hitimi tae noa ki Kirikara, kia mohio ai koutou ki nga mahi tika a Ihowa.
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6
|Miquéias 6:6|
¶ He aha taku e haere ai ahau ki te aroaro o Ihowa, e piko ai ki te Atua i runga? he patunga tapu ranei te mea e haere ai ahau ki tona aroaro, he kuao tautahi ranei?
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7
|Miquéias 6:7|
E manako ranei a Ihowa ki nga mano o nga hipi toa, ki nga mano kotahi tekau ranei o nga awa hinu? me hoatu ranei e ahau taku matamua hei utu mo taku poka ke, te hua o toku kopu mo te hara o toku wairua?
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8
|Miquéias 6:8|
Kua whakaaturia e ia ki a koe, e te tangata, te mea pai; a he aha ta Ihowa e rapu nei ki a koe, heoi ano ko te whakawa tika, ko te pai ki te tohu tangata, ko te whakaiti me te haere tahi i tou Atua?
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9
|Miquéias 6:9|
¶ E karanga ana te reo o Ihowa ki te pa, a ka kite te tangata whakaaro nui i tou ingoa; whakarongo ki te whiu, ki a ia hoki nana i whakarite.
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10
|Miquéias 6:10|
Tera ano ranei nga taonga o te kino kei roto i te whare o te tangata kino, me te mehua iti, whakarihariha ano?
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva