-
-
Maori -
-
1
|Miquéias 3:1|
¶ A i mea ahau, Whakarongo mai, e nga upoko o Hakopa, e nga ariki o te whare o Iharaira: He teka ianei mo koutou te matauranga ki te whakawa?
-
2
|Miquéias 3:2|
E kino na ki te pai, e aroha na ki te kino; e tihore na i to ratou kiri i o ratou tinana, i to ratou kikokiko i o ratou wheua;
-
3
|Miquéias 3:3|
E kai na hoki i nga kikokiko o taku iwi; e tihore na i to ratou kiri i o ratou tinana, e wawahi na i o ratou wheua: ae ra, e tapatapahia rawatia ana e ratou, ano he mea mo te kohua, ano he kikokiko i roto i te kohua nui.
-
4
|Miquéias 3:4|
Ko reira ratou karanga ai ki a Ihowa, heoi e kore ia e whakahoki kupu ki a ratou: ae ra, ka huna e ia tona mata ki a ratou i taua wa, ka rite ki to ratou kino i mahia e ratou.
-
5
|Miquéias 3:5|
Ko te kupu tenei a Ihowa mo nga poropiti e whakapohehe nei i taku iwi, e ngau nei o ratou niho, me te karanga, He rongo mau! a ki te kahore e komotia e tetahi he mea ki o ratou mangai, ka tino anga ratou ki te whakataka whawhai ki a ia.
-
6
|Miquéias 3:6|
Mo reira ko te po mo koutou, e kore ai he kite ki a koutou; a ka pouri ki a koutou, e kore ai koutou e kite tikanga; a ka to te ra ki nga poropiti, a ka mangu te awatea ki runga ki a ratou.
-
7
|Miquéias 3:7|
A tera e whakama nga matakite, e numinumi hoki nga tohunga tuaahu; ae ra, tera ratou katoa e arai i o ratou ngutu; no te mea kahore he kupu whakahoki a te Atua.
-
8
|Miquéias 3:8|
¶ Otiia he pono, kua ki ahau i te kaha, he mea na te wairua o Ihowa, i te whakawa hoki, i te mana, kia whakaaturia ai e ahau ki a Hakopa tona poka ke, ki a Iharaira tona hara.
-
9
|Miquéias 3:9|
Tena ra, whakarongo ki tenei, e nga upoko o te whare o Hakopa, e nga ariki hoki o te whare o Iharaira, e whakarihariha na ki te whakawa, e whakapeau ke na i te tika katoa.
-
10
|Miquéias 3:10|
E hanga ana ratou i Hiona ki te toto, i Hiruharama ki te he.
-
-
Sugestões

Clique para ler Mateus 14-16
08 de outubro LAB 647
ESCOLINHA DE JESUS
Mateus 11-13
Um dos melhores livros que li no último ano da faculdade foi “A Pedagogia de Jesus”, de J.M. Price, - JUERP. Quando fui professor, precisei reler este livro. Anteriormente publicado sob o título “Jesus, o Mestre por Excelência”, esse livro é a resultante da vida de trabalho do professor Price: aulas de ensino religioso no Seminário do Sudoeste (EUA), palestras feitas para professores de escolas bíblicas denominacionais, reuniões de congressos e de convenções regionais de classes bíblicas e cursos intensivos. É claro que não trata-se de um livro que pretende ser uma apresentação exaustiva ou erudita de Jesus como mestre. O objetivo dele é extrair da vida e dos ensinos de Jesus aquelas verdades que possam dar aos professores melhor visão e maior estímulo em sua gloriosa tarefa de ensinar.
Penso que nosso estudo deve partir do sentimento de que os professores cristãos (e aqui incluo qualquer pessoa, que em qualquer nível e contexto, ensine algo da Bíblia a outro) são hoje efetivamente a maior força para o ensino e a prática do bem. Ensinar os conceitos bíblicos não é fácil. Os professores de Ensino Religioso sabem muito bem disso. Eles, que laboram sob dificuldades e desencorajamentos mui fortes, para o bendito labor em que estão empenhados, precisam muito - e muito - de inspiração e de maior preparo. Mas qualquer de qualquer cristão espera-se o testemunho. E no testemunho eficaz estão subtendidos o ensino e o aprendizado.
E então, como ser um “ensinador” cristão? Sendo alguém que ensina como Cristo. E como era o ensino de Jesus? Sem teorizações, abra sua Bíblia em Mateus 11-13 e veja, na prática, o que rola na sala de aulas do Grande Mestre. “Quando acabou de instruir...”. O texto já começa assim. Jesus gastou dois terços do seu tempo ministerial ensinando. Ele gostava disso, e, com isso, influenciava. Este deve ter sido o motivo que levou João Batista, o seu primo, e professor precursor, a fazer uma pergunta para Jesus. Ele queria aprender de Jesus. Isto não diz nada a você? Claro que sim, não é mesmo? Então, venha curtir os ensinos do Messias, comigo.
Ele lamenta pelas cidades que não se arrependem dos seus pecados, e diz o porquê. Ele deixa claro sobre como é que os cansados podem encontrar repouso. Ensina também sobre porquê devemos guardar o sábado. Instrui sobre o servo escolhido de Deus, depois, da acusação que fazem contra Ele, deixa mais instruções ainda, como por exemplo sobre o sinal de Jonas. Por fim, deixa claro sobre quem são sua mãe e irmãos e conta sete parábolas.
Quer aprender tudo isto? Você já sabe como.
Valdeci Júnior
Fátima Silva