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Maori -
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1
|Miquéias 1:1|
¶ Ko te kupu a Ihowa i puta mai ki a Mika Morahati i nga ra o nga kingi o Hura, ara o Iotama, o Ahata, o Hetekia, ko tana i kite ai mo Hamaria raua ko Hiruharama.
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2
|Miquéias 1:2|
Whakarongo e nga iwi, e koutou katoa; kia whai taringa mai, e te whenua, me nga mea katoa i roto i a koe: ko te Ariki, ko Ihowa hei whakaatu i to koutou he, ko te Ariki mai i tona temepara tapu.
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3
|Miquéias 1:3|
No te mea, nana, kei te puta mai a Ihowa i tona wahi, ka heke iho ia, ka takahi ki runga ki nga wahi tiketike o te whenua.
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4
|Miquéias 1:4|
A ka rewa nga maunga i raro i a ia, ka ngatata nga raorao, ka rite ki te waki i mua i te ahi, ki nga wai i ringihia ki te wahi paripari.
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5
|Miquéias 1:5|
Mo te he o Hakopa tenei katoa, mo nga hara o te whare o Iharaira. He aha te he o Hakopa? he teka ianei ko Hamaria? He aha ano hoki nga wahi tiketike o Hura? he teka ianei ko Hiruharama?
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6
|Miquéias 1:6|
Mo reira ka meinga e ahau a Hamaria kia rite ki te puranga o te mara, ki nga whakatokanga hoki o te mara waina; ka ringihia iho ano e ahau ona kohatu ki raro ki te raorao, a ka hurahia e ahau ona turanga.
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7
|Miquéias 1:7|
A ka wawahia ana whakapakoko, mongamonga ana, ka tahuna hoki ona utu katoa ki te ahi, a ka takoto kau i ahau ana whakapakoko katoa: he mea amene hoki nana ki te utu a te wahine kairau, a ka hoki atu ano hei utu ki te wahine kairau.
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8
|Miquéias 1:8|
¶ Mo reira ka tangi ahau, ka aue, ka haere ahau, tihore rawa nga kakahu, tahanga kau: ka rite taku tangi ki ta nga kuri mohoao, taku uhunga ki ta nga otereti.
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9
|Miquéias 1:9|
No te mea ko ona patunga e kore e mahu; kua tae rawa nei hoki ki a Hura; kua tae ki te kuwaha o taku iwi, ara ki Hiruharama.
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10
|Miquéias 1:10|
Kaua e whakaaturia ki Kata, kaua rawa e tangi: kua okeoke ahau i roto i te puehu i Petere Apara.
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva