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Maori -
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1
|Miquéias 1:1|
¶ Ko te kupu a Ihowa i puta mai ki a Mika Morahati i nga ra o nga kingi o Hura, ara o Iotama, o Ahata, o Hetekia, ko tana i kite ai mo Hamaria raua ko Hiruharama.
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2
|Miquéias 1:2|
Whakarongo e nga iwi, e koutou katoa; kia whai taringa mai, e te whenua, me nga mea katoa i roto i a koe: ko te Ariki, ko Ihowa hei whakaatu i to koutou he, ko te Ariki mai i tona temepara tapu.
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3
|Miquéias 1:3|
No te mea, nana, kei te puta mai a Ihowa i tona wahi, ka heke iho ia, ka takahi ki runga ki nga wahi tiketike o te whenua.
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4
|Miquéias 1:4|
A ka rewa nga maunga i raro i a ia, ka ngatata nga raorao, ka rite ki te waki i mua i te ahi, ki nga wai i ringihia ki te wahi paripari.
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5
|Miquéias 1:5|
Mo te he o Hakopa tenei katoa, mo nga hara o te whare o Iharaira. He aha te he o Hakopa? he teka ianei ko Hamaria? He aha ano hoki nga wahi tiketike o Hura? he teka ianei ko Hiruharama?
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6
|Miquéias 1:6|
Mo reira ka meinga e ahau a Hamaria kia rite ki te puranga o te mara, ki nga whakatokanga hoki o te mara waina; ka ringihia iho ano e ahau ona kohatu ki raro ki te raorao, a ka hurahia e ahau ona turanga.
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7
|Miquéias 1:7|
A ka wawahia ana whakapakoko, mongamonga ana, ka tahuna hoki ona utu katoa ki te ahi, a ka takoto kau i ahau ana whakapakoko katoa: he mea amene hoki nana ki te utu a te wahine kairau, a ka hoki atu ano hei utu ki te wahine kairau.
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8
|Miquéias 1:8|
¶ Mo reira ka tangi ahau, ka aue, ka haere ahau, tihore rawa nga kakahu, tahanga kau: ka rite taku tangi ki ta nga kuri mohoao, taku uhunga ki ta nga otereti.
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9
|Miquéias 1:9|
No te mea ko ona patunga e kore e mahu; kua tae rawa nei hoki ki a Hura; kua tae ki te kuwaha o taku iwi, ara ki Hiruharama.
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10
|Miquéias 1:10|
Kaua e whakaaturia ki Kata, kaua rawa e tangi: kua okeoke ahau i roto i te puehu i Petere Apara.
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Sugestões

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30 de janeiro LAB 396
TRABALHO ABENÇOADO
Êxodo 37-38
Vamos trazer o pano de fundo de Êxodo 37-38 para uma comparação com algo que acontece, de forma semelhante, em toda a História. Esses bastidores também têm tudo a ver com o mundo atual em que vivemos. E as lições são muitas.
A inteligência é uma dádiva. Deus a concede à humanidade para beneficiar-lhe. E o ser humano usa-a para o seu malefício, provocando sua própria destruição em um processo vicioso de regressão dos valores e dos princípios.
Para solucionar os problemas de sobrevivência e conceder bem-estar às pessoas – que vivem em um mundo degradado – Deus concede-lhes a capacidade de produzir inventos poderosamente bons. Gutenberg inaugurou a imprensa com a frase “Pai nosso que estás nos Céus” e, logo em seguida, editou a Bíblia para a salvação de muitos. Isso evoluiu tanto, que hoje trocamos as informações gráficas virtualmente. Nossos computadores, interligados em rede, nos proporcionam essa bênção. Que benefício para os universitários!
Mas, na proporção que essas bênçãos são dadas aos seres humanos, eles, infelizmente, transformam-nas em degradação moral. Você pode perceber isso, de maneira muito clara, quando passa por uma banca de revistas e vê que a literatura ali existente, quase em sua totalidade, é um borrão para a alma. Ou, quando as estatísticas comprovam que o mercado pornográfico fatura bilhões e bilhões de dólares, especialmente pela mídia digital. É! O mundão em que vivemos é o verdadeiro retrato pintado pela letra de Léo Canhoto na música “O Último Julgamento”. Com isso, o homem sempre inova algo, com aparência e sofisticação superiores ao que já existia, mas com menores soluções para os seus problemas anteriores. Aumenta-se assim, a fraqueza e a autodestruição humanas.
Hoje são inventadas novas tecnologias com a finalidade de ajudar. Ajudarão, por um tempo, até que passarão a atrapalhar, necessitando de novas invenções para remediá-las que, por sua vez, entrarão no mesmo ciclo vicioso. Esse ciclo degenerativo das inovações tecnológicas acontece sob uma análise feita absolutamente no nível da capacidade humana.
Entretanto, o homem pode produzir feitos que não sejam tão “desgraçantes”, mas, pelo contrário, benéficos e duradouros. Como? A arca da aliança, a mesa e os utensílios, o candelabro de ouro e o altar dos holocaustos ainda são lembrados com tanto carinho e têm uma representação no próprio santuário celestial por causa de um diferencial. Foram produzidos com o segredo de Bezalel e seus companheiros de serviço: “Moisés inspecionou a obra e viu que tinham feito tudo conforme o Senhor tinha ordenado. Então, Moisés os abençoou” (Êxodo 39:43).
Entregue seu trabalho a Deus e deixe-O guiá-lo. Certamente, ele não fará parte do ciclo degenerativo das inovações tecnológicas. Vai ser muito abençoado!
Valdeci Júnior
Fátima Silva