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Maori -
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1
|Miquéias 2:1|
¶ Aue, te mate mo te hunga e whakaaro na ki te he, e mahi na i te kino i runga i o ratou moenga! takiri rawa ake te ata kua mahia e ratou, no te mea kei roto i te kaha o to ratou ringa.
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2
|Miquéias 2:2|
E hiahia ana ratou ki nga mara, tangohia ake; ki nga whare hoki riro tonu i a ratou: e whakatupuria kinotia ana e ratou tetahi tangata me tona whare, te tangata rawa nei me tona wahi tupu.
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3
|Miquéias 2:3|
Mo reira ko te kupu tenei a Ihowa: Nana, ka whakaaroa e ahau he kino mo tenei hapu, e kore ai e whakawateatia e koutou o koutou kaki i reira, e kore ano koutou e haere whakapehapeha; he kino hoki tenei wa.
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4
|Miquéias 2:4|
I taua ra ka ara i a ratou tetahi whakatauki mo koutou, ka tangi hoki i tetahi rangi mamae nui, a ka mea, Kua pahuatia rawatia tatou; kua puta ke i a ia te wahi o taku iwi. Aue, tana wehenga atu i ahau! wehea ana e ia a tatou mara ma te hunga wha kakeke.
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5
|Miquéias 2:5|
Mo reira kahore he tangata mau hei maka i te taura a te rota i roto i te whakaminenga a Ihowa.
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6
|Miquéias 2:6|
¶ Kaua koutou e poropiti: ko ta ratou poropiti tenei. E kore ratou e poropiti ki ena: e kore nga taunu e haere atu.
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7
|Miquéias 2:7|
E kiia ianei, e te whare o Hakopa, Kua kuiti te wairua o Ihowa? ko ana mahi ianei enei? He teka ianei he mahi pai ta aku kupu ki te tangata e tika ana te haere?
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8
|Miquéias 2:8|
Otiia no enei ra nei ano ka whakatika ake taku iwi ano he hoariri: e tihorea atu ana e koutou te koroka i te kakahu o te hunga e haere kore wehi noa atu ana ano he tangata e ngakaukore ana ki te whawhai.
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9
|Miquéias 2:9|
Kua oti nga wahine o taku iwi te pei e koutou i roto i o ratou whare ahuareka; kua tangohia e koutou toku kororia i a ratou tamariki nonohi a ake ake.
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10
|Miquéias 2:10|
Whakatika, haere; ehara hoki tenei i to koutou okiokinga; he mea hoki mo te poke e whakangaro ana, e whakangaro kino rawa ana.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva