-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
1
|Zacarías 1:1|
¶ I te waru o nga marama, i te rua o nga tau o Tariuha, ka puta mai te kupu a Ihowa ki a Hakaraia, tama a Perekia, tama a Iro poropiti; i mea ia,
-
2
|Zacarías 1:2|
Nui atu te riri o Ihowa ki o koutou matua.
-
3
|Zacarías 1:3|
Na mea atu ki a ratou, Ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano: Tahuri mai ano ki ahau, e ai ta Ihowa o nga mano, a ka tahuri atu ano hoki ahau ki a koutou, e ai ta Ihowa o nga mano.
-
4
|Zacarías 1:4|
Kei rite koutou ki o koutou matua, i karanga ra nga poropiti o mua ki a ratou, i mea, Ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano, Tahuri mai inaianei i o koutou ara kino, i a koutou mahi kino: otiia kihai ratou i rongo, kihai hoki i whai taringa ki ahau, e ai ta Ihowa.
-
5
|Zacarías 1:5|
Ko o koutou matua, kei hea ratou? a ko nga poropiti, e ora tonu ana ranei ratou ake aka?
-
6
|Zacarías 1:6|
Na, ko aku kupu me aku tikanga i whakahaua e ahau ki aku pononga, ki nga poropiti, kihai ranei o koutou matua i rokohanga e era? a hoki mai ana ratou, mea ana, Ka pera i ta Ihowa o nga mano i whakaaro ai kia meatia ki a matou, he mea whakarite ki o matou ara, ki a matou mahi; ka pera tonu tana ki a matou.
-
7
|Zacarías 1:7|
¶ I te rua tekau ma wha o nga ra o te tekau ma tahi o nga marama, ara o te marama Hepata, i te rua o nga tau o Tariuha, ka puta mai te kupu a Ihowa ki a Hakaraia tama a Perekia, tama a Iro poropiti; i mea ia,
-
8
|Zacarías 1:8|
I titiro ahau i te po, na ko tetahi tangata e noho ana i runga i te hoiho whero, a tu ana ia i roto i nga ramarama i te wharua; a i muri atu i a ia ko etahi hoiho, he whero, he kopurepure, he ma.
-
9
|Zacarías 1:9|
Na ka mea atu ahau, E toku ariki, he aha enei? A ka ki mai te anahera i korero ki ahau, Maku e whakaatu ki a koe te tikanga o enei.
-
10
|Zacarías 1:10|
Na ka oho mai te tangata i tu ra i roto i nga ramarama, ka mea, Ko nga mea enei i unga atu nei e Ihowa hei haereere i te whenua.
-
-
Sugestões

Clique para ler Jeremias 30-32
19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva