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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Zacarías 3:1|
¶ I whakakitea hoki e ia ki ahau a Hohua, te tino tohunga e tu ana i te aroaro o te anahera a Ihowa, me Hatana e tu ana i tona matau hei hoariri mona.
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2
|Zacarías 3:2|
Na ka mea atu a Ihowa ki a Hatana, kia whakatupehupehu a Ihowa ki a koe, e Hatana; ae ra, ko Ihowa nana nei a Hiruharama i whiriwhiri, kia whakatupehupehu a Ihowa ki a koe: he teka ianei he mounga tenei kua kapohia mai i roto i te ahi?
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3
|Zacarías 3:3|
Na he whakahouhou nga kakahu o Hohua, a i tu ia i te aroaro o te anahera.
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4
|Zacarías 3:4|
Na ka oho ia, ka mea ki te hunga e tu ana i tona aroaro, ka ki atu, Tangohia nga kakahu paru i a ia. Katahi ia ka mea ki a ia, Nana, kua meinga e ahau tou he kia pahemo atu i a koe, a ka whakakakahuria koe e ahau ki nga kakahu whakapaipai.
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5
|Zacarías 3:5|
Na ka mea ahau, Potaea he potae ataahua ki tona mahunga. Na potaea ana e ratou he potae ataahua ki tona mahunga, a whakakakahuria ana ia e ratou; me te tu ano te anahera a Ihowa.
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6
|Zacarías 3:6|
Katahi te anahera a Ihowa ka kauwhau ki a Hohua, ka mea,
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7
|Zacarías 3:7|
Ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano; Ki te haere koe i aku ara, ki te puritia e koe aku mea, na mau ano e whakarite mo toku whare, mau hoki e tiaki oku marae, a ka hoatu e ahau he haereerenga mou i roto i te hunga e tu nei.
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8
|Zacarías 3:8|
¶ Whakarongo mai aianei, e Hohua, e te tino tohunga, koutou ko ou hoa e noho na i tou aroaro; hei tohu hoki ratou, aua tangata: no te mea, nana, ka kawea mai e ahau taku pononga, te Manga.
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9
|Zacarías 3:9|
Na, ko te kohatu i hoatu e ahau ki te aroaro o Hohua, e whitu nga kanohi o taua kohatu kotahi; na, maku e whaowhao ona whakairo, e ai ta Ihowa o nga mano, a ka whakawateatia atu e ahau te he o taua whenua i te ra kotahi.
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10
|Zacarías 3:10|
I taua ra, e ai ta Ihowa o nga mano, ka karangatia e koutou tona hoa, tona hoa, i raro i te waina, i raro hoki i te piki.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva