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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Zacarías 3:1|
¶ I whakakitea hoki e ia ki ahau a Hohua, te tino tohunga e tu ana i te aroaro o te anahera a Ihowa, me Hatana e tu ana i tona matau hei hoariri mona.
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2
|Zacarías 3:2|
Na ka mea atu a Ihowa ki a Hatana, kia whakatupehupehu a Ihowa ki a koe, e Hatana; ae ra, ko Ihowa nana nei a Hiruharama i whiriwhiri, kia whakatupehupehu a Ihowa ki a koe: he teka ianei he mounga tenei kua kapohia mai i roto i te ahi?
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3
|Zacarías 3:3|
Na he whakahouhou nga kakahu o Hohua, a i tu ia i te aroaro o te anahera.
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4
|Zacarías 3:4|
Na ka oho ia, ka mea ki te hunga e tu ana i tona aroaro, ka ki atu, Tangohia nga kakahu paru i a ia. Katahi ia ka mea ki a ia, Nana, kua meinga e ahau tou he kia pahemo atu i a koe, a ka whakakakahuria koe e ahau ki nga kakahu whakapaipai.
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5
|Zacarías 3:5|
Na ka mea ahau, Potaea he potae ataahua ki tona mahunga. Na potaea ana e ratou he potae ataahua ki tona mahunga, a whakakakahuria ana ia e ratou; me te tu ano te anahera a Ihowa.
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6
|Zacarías 3:6|
Katahi te anahera a Ihowa ka kauwhau ki a Hohua, ka mea,
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7
|Zacarías 3:7|
Ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano; Ki te haere koe i aku ara, ki te puritia e koe aku mea, na mau ano e whakarite mo toku whare, mau hoki e tiaki oku marae, a ka hoatu e ahau he haereerenga mou i roto i te hunga e tu nei.
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8
|Zacarías 3:8|
¶ Whakarongo mai aianei, e Hohua, e te tino tohunga, koutou ko ou hoa e noho na i tou aroaro; hei tohu hoki ratou, aua tangata: no te mea, nana, ka kawea mai e ahau taku pononga, te Manga.
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9
|Zacarías 3:9|
Na, ko te kohatu i hoatu e ahau ki te aroaro o Hohua, e whitu nga kanohi o taua kohatu kotahi; na, maku e whaowhao ona whakairo, e ai ta Ihowa o nga mano, a ka whakawateatia atu e ahau te he o taua whenua i te ra kotahi.
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10
|Zacarías 3:10|
I taua ra, e ai ta Ihowa o nga mano, ka karangatia e koutou tona hoa, tona hoa, i raro i te waina, i raro hoki i te piki.
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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva