-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
1
|Zacarías 13:1|
¶ I taua ra ka tuwhera he puna mo te whare o Rawiri, mo nga tangata ano o Hiruharama, hei mea mo te hara, mo te poke.
-
2
|Zacarías 13:2|
I taua ra, e ai ta Ihowa o nga mano, ka hatepea atu e ahau nga ingoa o nga whakapakoko i runga i te whenua; e kore ano e maharatia a muri ake nei; ka kore ano i ahau nga poropiti, me te wairua poke, i runga i te whenua.
-
3
|Zacarías 13:3|
Na, tenei ake, ki te poropiti tetahi a muri ake nei, ka mea tona papa ki a ia, raua ko tona whaea i whanau ai ia, E kore koe e ora; kua korero teka hoki koe i runga i te ingoa o Ihowa: na ka werohia ia e tona papa raua ko tona whaea i whanau ai i a, ina poropiti ia.
-
4
|Zacarías 13:4|
I taua ra ka whakama nga poropiti, tenei, tenei, ki tana kite, i te mea ka poropiti ia; e kore ano e kakahuria e ratou he kakahu huruhuru hei mea tinihanga.
-
5
|Zacarías 13:5|
Engari ka mea ia, Ehara ahau i te poropiti, he paruauru ahau, he pononga hoki ahau no toku taitamarikitanga ake.
-
6
|Zacarías 13:6|
A ka mea tetahi ki a ia, He aha enei patunga i ou ringa? a ka mea ia, Ko oku patunga i roto i te whare o oku hoa aroha.
-
7
|Zacarías 13:7|
¶ E ara, e te hoari, ki taku hepara, ki te tangata i takahoatia ki ahau, e ai ta Ihowa o nga mano; patua te hepara, kia marara hoki nga hipi; ka tahuri atu ano toku ringa ki nga mea ririki.
-
8
|Zacarías 13:8|
Na i te whenua katoa, e ai ta Ihowa, e rua nga wahi o reira ka hatepea atu, ka mate; ka toe ia te tuatoru o nga wahi ki reira.
-
9
|Zacarías 13:9|
Ka kawea ano e ahau te tuatoru o nga wahi i roto i te ahi, ka tahia hoki te para, ka peratia me te hiriwa e tahia ana, ka whakamatautauria ano ratou e ahau, ka peratia me te koura; ka karanga ratou ki toku ingoa, a ka whakarongo ahau ki a ratou: ka mea ahau, He iwi ratou naku; a ka mea ratou, Ko Ihowa toku Atua.
-
-
Sugestões

Clique para ler 2 Crônicas 24-25
17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva