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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Zacarías 8:1|
¶ I puta mai ano te kupu a Ihowa o nga mano ki ahau, i mea,
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2
|Zacarías 8:2|
Ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano, Nui atu te hae i hae ai ahau ki Hiona, he nui hoki te riri i hae ai ahau ki a ia.
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3
|Zacarías 8:3|
Ko te kupu tenei a Ihowa; Kua hoki nei ahau ki Hiona, kua noho ki Hiruharama; a tera e kiia a Hiruharama, Ko te pa o te pono, ko te maunga o Ihowa o nga mano, Ko te maunga tapu.
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4
|Zacarías 8:4|
Ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano, Tenei ake ka noho he koroheke, he ruruhi ki nga waharoa o Hiruharama, rite rawa te ringa o tenei, o tenei, i te tokotoko, he maha hoki no nga tau.
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5
|Zacarías 8:5|
Ko nga waharoa ano o te pa kapi tonu i nga tamariki tane, i nga kotiro e takaro ana i ona waharoa.
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6
|Zacarías 8:6|
Ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano; Ki te pakeke ki te titiro a nga morehu o tenei iwi i aua ra, e pakeke ano ranei ki taku titiro? e ai ta Ihowa o nga mano.
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7
|Zacarías 8:7|
Ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano, Tenei ahau te whakaora nei i taku iwi i te whenua ki te rawhiti, i te whenua ano hoki ki te hauauru.
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8
|Zacarías 8:8|
Ka kawea mai ano ratou e ahau, ka noho ratou ki waenganui o Hiruharama, a hei iwi ratou maku, ko ahau hoki hei Atua mo ratou i runga i te pono, i te tika.
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9
|Zacarías 8:9|
¶ Ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano, Kia kaha o koutou ringa, e te hunga e rongo ana i enei ra ki enei kupu o roto i te mangai o nga poropiti i te ra i whakatakotoria ai te turanga mo te whare o Ihowa o nga mano, ara mo te temepara kia hanga ai.
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10
|Zacarías 8:10|
I mua hoki i enei ra kahore he utu mo te mahi a te tangata, kahore he utu mo ta te kararehe; kahore hoki he ata noho mo te tangata i haere atu, mo te tangata ano i haere mai, i te hoariri hoki; naku hoki i mea nga tangata katoa kia whawhai ki to na hoa, ki tona hoa.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva