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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Zacarías 8:1|
¶ I puta mai ano te kupu a Ihowa o nga mano ki ahau, i mea,
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2
|Zacarías 8:2|
Ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano, Nui atu te hae i hae ai ahau ki Hiona, he nui hoki te riri i hae ai ahau ki a ia.
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3
|Zacarías 8:3|
Ko te kupu tenei a Ihowa; Kua hoki nei ahau ki Hiona, kua noho ki Hiruharama; a tera e kiia a Hiruharama, Ko te pa o te pono, ko te maunga o Ihowa o nga mano, Ko te maunga tapu.
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4
|Zacarías 8:4|
Ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano, Tenei ake ka noho he koroheke, he ruruhi ki nga waharoa o Hiruharama, rite rawa te ringa o tenei, o tenei, i te tokotoko, he maha hoki no nga tau.
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5
|Zacarías 8:5|
Ko nga waharoa ano o te pa kapi tonu i nga tamariki tane, i nga kotiro e takaro ana i ona waharoa.
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6
|Zacarías 8:6|
Ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano; Ki te pakeke ki te titiro a nga morehu o tenei iwi i aua ra, e pakeke ano ranei ki taku titiro? e ai ta Ihowa o nga mano.
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7
|Zacarías 8:7|
Ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano, Tenei ahau te whakaora nei i taku iwi i te whenua ki te rawhiti, i te whenua ano hoki ki te hauauru.
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8
|Zacarías 8:8|
Ka kawea mai ano ratou e ahau, ka noho ratou ki waenganui o Hiruharama, a hei iwi ratou maku, ko ahau hoki hei Atua mo ratou i runga i te pono, i te tika.
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9
|Zacarías 8:9|
¶ Ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano, Kia kaha o koutou ringa, e te hunga e rongo ana i enei ra ki enei kupu o roto i te mangai o nga poropiti i te ra i whakatakotoria ai te turanga mo te whare o Ihowa o nga mano, ara mo te temepara kia hanga ai.
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10
|Zacarías 8:10|
I mua hoki i enei ra kahore he utu mo te mahi a te tangata, kahore he utu mo ta te kararehe; kahore hoki he ata noho mo te tangata i haere atu, mo te tangata ano i haere mai, i te hoariri hoki; naku hoki i mea nga tangata katoa kia whawhai ki to na hoa, ki tona hoa.
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva