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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Zacarías 9:1|
¶ Ko te poropititanga o te kupu a Ihowa i te whenua o Hararaka. Na, ko tona taunga atu kei Ramahiku; e whai kanohi ana hoki te tangata me nga hapu katoa o Iharaira ki a Ihowa.
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2
|Zacarías 9:2|
Kei Hamata ano e tata ra ki reira; kei Taira, kei Hairona no te mea he pa whakaaro nui rawa ia.
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3
|Zacarías 9:3|
I hanga ano e Taira he pa kaha mona, i opehia e ia te hiriwa, ano he puehu, te koura parakore, ano ko te paru o nga waharoa.
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4
|Zacarías 9:4|
Nana, ma te Ariki ia e pei, ka patua hoki e ia tona kaha i te moana; ka pau ia i te ahi.
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5
|Zacarías 9:5|
Ka kite a Ahakerono, a ka wehi, a Kaha, nui atu te mamae, me Ekerono ano; no te mea he whakama to tana i tumanako ai; ka kore hoki to Kaha kingi; e kore ano a Ahakerono e nohoia.
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6
|Zacarías 9:6|
A ka nohoia a Aharoro e te poriro, ka hatepea atu ano e ahau te whakapehapeha o nga Pirihitini.
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7
|Zacarías 9:7|
Ka kore ano i ahau ona toto i roto i tona mangai, me ana mea whakarihariha i waenganui i ona niho; na, hei morehu ia mo to tatou Atua, ka rite ano ki te kawana i roto i a Hura, ka rite ano a Ekerono ki te Iepuhi.
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8
|Zacarías 9:8|
Ka nohoia ano e ahau nga taha o toku whare, hei arai mo te taua, mo te tangata ano e tika ana na reira, mo te tangata e hoki ana; e kore ano te kaitukino e tika na waenga i a ratou a muri ake nei: kua kite nei hoki oku kanohi inaianei.
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9
|Zacarías 9:9|
¶ Kia nui te whakamanamana, e te tamahine a Hiona, hamama, e te tamahine a Hiruharama, nana, ko tou Kingi e haere na ki a koe: he tika ia, he whakaora, he ngakau mahaki, e noho ana i runga i te kaihe, i te kuao ano, i te tama a te kaihe.
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10
|Zacarías 9:10|
A ka hatepea atu e ahau te hariata o Eparaima, me te hoiho o Hiruharama; ka hatepea atu ano te kopere o te whawhai: mo te rongo mau hoki ana kupu ki nga tauiwi; ka kingi ano ia i tetahi moana a tae noa ki tetahi moana, i te awa a tae noa ki nga pito o te whenua.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva