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Maori -
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1
|Miquéias 5:1|
¶ Na inaianei ka whakahuihui a ropu koe i a koe, e te tamahine a nga ropu: kua oti tatou te whakapae e ia: ka patua e ratou ki te rakau te paparinga o te kaiwhakawa o Iharaira.
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2
|Miquéias 5:2|
Na ko koe, e Peterehema Eparata, he iti nei i roto i nga mano o Hura, e puta mai i roto i a koe tetahi maku hei kawana mo Iharaira: ko ona putanga nonamata, no nga ra o tua iho.
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3
|Miquéias 5:3|
Mo reira ratou ka tukua atu ai e ia, kia tae ra ano ki te wa e whanau ai tenei e whakamamae nei: hei reira nga toenga o ona tuakana hoki ai ki nga tama a Iharaira.
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4
|Miquéias 5:4|
A ka tu ia, ka whangai i tana kahui i runga i te kaha o Ihowa, i runga hoki i te nui o te ingoa o Ihowa, o tona Atua; a ka noho ratou; no te mea akuareiia ka nui, ki nga pito ra ano o te whenua.
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5
|Miquéias 5:5|
A ko tenei tangata hei maunga rongo mo tatou: ina tae mai te Ahiriana ki to tatou whenua, a ka takahi ki o tatou whare kingi, hei reira ara ai i a tatou hei whawhai ki a ia etahi hepara tokowhitu me etahi tangata rangatira tokowaru.
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6
|Miquéias 5:6|
A ka whakamotitia e ratou te whenua o Ahiria ki te hoari, te whenua hoki o Nimiroro i ona tomokanga: na ka whakaorangia tatou e ia i te Ahiriana, ina haere mai ia ki to tatou whenua, ina takahi ia i roto i o tatou rohe.
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7
|Miquéias 5:7|
¶ A ka rite nga toenga o Hakopa i roto i nga iwi maha ki te tomairangi a Ihowa, ki nga kouaua i runga i te tarutaru; e kore nei e whanga ki te tangata, e kore ano e tatari ki nga tama a te tangata.
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8
|Miquéias 5:8|
Na ka waiho te toenga o Hakopa i roto i nga tauiwi, i roto i nga iwi maha; ka rite ki te raiona i roto i nga kararehe o te ngahere, ki te kuao raiona i roto i nga kauhui hipi: na ki te tika atu ia i waenga, ka takatakahia e ia, ka haehaea, kahore hoki he kaiwhakaora.
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9
|Miquéias 5:9|
Whakaarahia tou ringa ki runga ake i ou hoariri, hatepea atu hoki ou hoariri katoa.
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10
|Miquéias 5:10|
Na i taua ra, e ai ta Ihowa, ka hatepea atu e ahau au hoiho i roto i a koe, ka kore ano i ahau au hariata;
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva