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Maori -
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1
|Miquéias 5:1|
¶ Na inaianei ka whakahuihui a ropu koe i a koe, e te tamahine a nga ropu: kua oti tatou te whakapae e ia: ka patua e ratou ki te rakau te paparinga o te kaiwhakawa o Iharaira.
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2
|Miquéias 5:2|
Na ko koe, e Peterehema Eparata, he iti nei i roto i nga mano o Hura, e puta mai i roto i a koe tetahi maku hei kawana mo Iharaira: ko ona putanga nonamata, no nga ra o tua iho.
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3
|Miquéias 5:3|
Mo reira ratou ka tukua atu ai e ia, kia tae ra ano ki te wa e whanau ai tenei e whakamamae nei: hei reira nga toenga o ona tuakana hoki ai ki nga tama a Iharaira.
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4
|Miquéias 5:4|
A ka tu ia, ka whangai i tana kahui i runga i te kaha o Ihowa, i runga hoki i te nui o te ingoa o Ihowa, o tona Atua; a ka noho ratou; no te mea akuareiia ka nui, ki nga pito ra ano o te whenua.
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5
|Miquéias 5:5|
A ko tenei tangata hei maunga rongo mo tatou: ina tae mai te Ahiriana ki to tatou whenua, a ka takahi ki o tatou whare kingi, hei reira ara ai i a tatou hei whawhai ki a ia etahi hepara tokowhitu me etahi tangata rangatira tokowaru.
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6
|Miquéias 5:6|
A ka whakamotitia e ratou te whenua o Ahiria ki te hoari, te whenua hoki o Nimiroro i ona tomokanga: na ka whakaorangia tatou e ia i te Ahiriana, ina haere mai ia ki to tatou whenua, ina takahi ia i roto i o tatou rohe.
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7
|Miquéias 5:7|
¶ A ka rite nga toenga o Hakopa i roto i nga iwi maha ki te tomairangi a Ihowa, ki nga kouaua i runga i te tarutaru; e kore nei e whanga ki te tangata, e kore ano e tatari ki nga tama a te tangata.
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8
|Miquéias 5:8|
Na ka waiho te toenga o Hakopa i roto i nga tauiwi, i roto i nga iwi maha; ka rite ki te raiona i roto i nga kararehe o te ngahere, ki te kuao raiona i roto i nga kauhui hipi: na ki te tika atu ia i waenga, ka takatakahia e ia, ka haehaea, kahore hoki he kaiwhakaora.
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9
|Miquéias 5:9|
Whakaarahia tou ringa ki runga ake i ou hoariri, hatepea atu hoki ou hoariri katoa.
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10
|Miquéias 5:10|
Na i taua ra, e ai ta Ihowa, ka hatepea atu e ahau au hoiho i roto i a koe, ka kore ano i ahau au hariata;
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva