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Maori -
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|Miquéias 3:2|
E kino na ki te pai, e aroha na ki te kino; e tihore na i to ratou kiri i o ratou tinana, i to ratou kikokiko i o ratou wheua;
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3
|Miquéias 3:3|
E kai na hoki i nga kikokiko o taku iwi; e tihore na i to ratou kiri i o ratou tinana, e wawahi na i o ratou wheua: ae ra, e tapatapahia rawatia ana e ratou, ano he mea mo te kohua, ano he kikokiko i roto i te kohua nui.
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4
|Miquéias 3:4|
Ko reira ratou karanga ai ki a Ihowa, heoi e kore ia e whakahoki kupu ki a ratou: ae ra, ka huna e ia tona mata ki a ratou i taua wa, ka rite ki to ratou kino i mahia e ratou.
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5
|Miquéias 3:5|
Ko te kupu tenei a Ihowa mo nga poropiti e whakapohehe nei i taku iwi, e ngau nei o ratou niho, me te karanga, He rongo mau! a ki te kahore e komotia e tetahi he mea ki o ratou mangai, ka tino anga ratou ki te whakataka whawhai ki a ia.
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6
|Miquéias 3:6|
Mo reira ko te po mo koutou, e kore ai he kite ki a koutou; a ka pouri ki a koutou, e kore ai koutou e kite tikanga; a ka to te ra ki nga poropiti, a ka mangu te awatea ki runga ki a ratou.
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7
|Miquéias 3:7|
A tera e whakama nga matakite, e numinumi hoki nga tohunga tuaahu; ae ra, tera ratou katoa e arai i o ratou ngutu; no te mea kahore he kupu whakahoki a te Atua.
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8
|Miquéias 3:8|
¶ Otiia he pono, kua ki ahau i te kaha, he mea na te wairua o Ihowa, i te whakawa hoki, i te mana, kia whakaaturia ai e ahau ki a Hakopa tona poka ke, ki a Iharaira tona hara.
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9
|Miquéias 3:9|
Tena ra, whakarongo ki tenei, e nga upoko o te whare o Hakopa, e nga ariki hoki o te whare o Iharaira, e whakarihariha na ki te whakawa, e whakapeau ke na i te tika katoa.
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10
|Miquéias 3:10|
E hanga ana ratou i Hiona ki te toto, i Hiruharama ki te he.
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11
|Miquéias 3:11|
E whakawa ana ona upoko, he mea na te patipati, e whakaako ana ona tohunga, he mea na te utu; ko ona poropiti na te hiriwa i kite tikanga ai; otiia kei te whakawhirinaki ratou ki a Ihowa, kei te mea, He teka ianei kei roto a Ihowa i a tatou? e k ore tetahi he e pa ki a tatou.
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Sugestões

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18 de julho LAB 565
COMO ENTENDER ECLESIASTES?
Eclesiastes 01-04
Hoje, quero apresentar uma explicação de James W. Zackrison (CPB, LES, jan-mar 2007, 2) sobre como entendermos o livro de Eclesiastes.
Esse teólogo explica que, ao contrário de outros livros da Bíblia, que frequentemente começam com uma forte afirmação sobre Deus, Eclesiastes começa com um grito sobre a falta de sentido para a vida. “Vaidade de vaidades, tudo é vaidade”. Essa introdução se parece mais com os modernos escritores seculares que com um profeta de Yahweh. Não obstante, como cristãos, cremos que Eclesiastes foi colocado no cânon das Escrituras porque Deus tem nele uma mensagem para nós.
Muitos estudiosos afirmam que o autor não foi o rei Salomão. Mas mantemos a posição de que Salomão foi o escritor fundamentados na tradição cristã e judaica e nas evidências internas do livro. Ao nos dedicarmos ao estudo deste livro, alguns simples princípios de interpretação nos serão de muita ajuda.
Para começar, Salomão estava escrevendo no fim de uma vida cheia de amargura e ira contra si mesmo por sua apostasia. O que é singular nesse livro é que, em alguns lugares, Salomão escreveu sob a perspectiva de alguém alienado de Deus. Como alguns autores modernos, ele nos dá pensamentos que saem diretamente de sua cabeça. Vemos o mundo como aparece através desses olhos.
Essas porções de Eclesiastes que mencionam a experiência e o raciocínio dos anos de apostasia [de Salomão] não devem ser considerados como se representassem a mente e a vontade do Espírito. Não obstante, são um registro inspirado do que ele realmente pensava e fazia naquele tempo, e esse registro constitui uma grave advertência contra o tipo errado de pensamento e ação. Passagens como essas não devem ser tiradas de seu contexto e usadas para ensinar alguma suposta verdade que a Inspiração nunca pretendeu que ensinassem.
Finalmente, é esta a mensagem desse livro: Deus nos mostra como a vida é cruel e vazia quando Ele não está presente. E esse é o livro que começaremos a ler hoje: Eclesiastes, capítulos 1-4, onde o autor inicia, melancolicamente, tecendo um texto reflexivo de que, para ele, nada tem sentido, chegando a dizer que nem os prazeres, nem a própria sabedoria têm sentido. O sabor dessa melancolia é tão grande que Salomão chega a comparar a sabedoria com a insensatez. Para ele, até mesmo o trabalho árduo é inútil. Ele não poupa o leitor de conhecer as injustiças e os absurdos da vida. “Bem vindos ao mundo real”, seria o slogan.
Mas como de qualquer caos é possível sacar um proveito, o capítulo três nos ensina a sabermos aproveitar bem o nosso tempo.
Eu também digo: lendo a Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva