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Maori -
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|Miquéias 3:2|
E kino na ki te pai, e aroha na ki te kino; e tihore na i to ratou kiri i o ratou tinana, i to ratou kikokiko i o ratou wheua;
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3
|Miquéias 3:3|
E kai na hoki i nga kikokiko o taku iwi; e tihore na i to ratou kiri i o ratou tinana, e wawahi na i o ratou wheua: ae ra, e tapatapahia rawatia ana e ratou, ano he mea mo te kohua, ano he kikokiko i roto i te kohua nui.
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4
|Miquéias 3:4|
Ko reira ratou karanga ai ki a Ihowa, heoi e kore ia e whakahoki kupu ki a ratou: ae ra, ka huna e ia tona mata ki a ratou i taua wa, ka rite ki to ratou kino i mahia e ratou.
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5
|Miquéias 3:5|
Ko te kupu tenei a Ihowa mo nga poropiti e whakapohehe nei i taku iwi, e ngau nei o ratou niho, me te karanga, He rongo mau! a ki te kahore e komotia e tetahi he mea ki o ratou mangai, ka tino anga ratou ki te whakataka whawhai ki a ia.
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6
|Miquéias 3:6|
Mo reira ko te po mo koutou, e kore ai he kite ki a koutou; a ka pouri ki a koutou, e kore ai koutou e kite tikanga; a ka to te ra ki nga poropiti, a ka mangu te awatea ki runga ki a ratou.
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7
|Miquéias 3:7|
A tera e whakama nga matakite, e numinumi hoki nga tohunga tuaahu; ae ra, tera ratou katoa e arai i o ratou ngutu; no te mea kahore he kupu whakahoki a te Atua.
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8
|Miquéias 3:8|
¶ Otiia he pono, kua ki ahau i te kaha, he mea na te wairua o Ihowa, i te whakawa hoki, i te mana, kia whakaaturia ai e ahau ki a Hakopa tona poka ke, ki a Iharaira tona hara.
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9
|Miquéias 3:9|
Tena ra, whakarongo ki tenei, e nga upoko o te whare o Hakopa, e nga ariki hoki o te whare o Iharaira, e whakarihariha na ki te whakawa, e whakapeau ke na i te tika katoa.
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10
|Miquéias 3:10|
E hanga ana ratou i Hiona ki te toto, i Hiruharama ki te he.
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11
|Miquéias 3:11|
E whakawa ana ona upoko, he mea na te patipati, e whakaako ana ona tohunga, he mea na te utu; ko ona poropiti na te hiriwa i kite tikanga ai; otiia kei te whakawhirinaki ratou ki a Ihowa, kei te mea, He teka ianei kei roto a Ihowa i a tatou? e k ore tetahi he e pa ki a tatou.
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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva