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Maori -
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|Miquéias 3:2|
E kino na ki te pai, e aroha na ki te kino; e tihore na i to ratou kiri i o ratou tinana, i to ratou kikokiko i o ratou wheua;
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3
|Miquéias 3:3|
E kai na hoki i nga kikokiko o taku iwi; e tihore na i to ratou kiri i o ratou tinana, e wawahi na i o ratou wheua: ae ra, e tapatapahia rawatia ana e ratou, ano he mea mo te kohua, ano he kikokiko i roto i te kohua nui.
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4
|Miquéias 3:4|
Ko reira ratou karanga ai ki a Ihowa, heoi e kore ia e whakahoki kupu ki a ratou: ae ra, ka huna e ia tona mata ki a ratou i taua wa, ka rite ki to ratou kino i mahia e ratou.
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5
|Miquéias 3:5|
Ko te kupu tenei a Ihowa mo nga poropiti e whakapohehe nei i taku iwi, e ngau nei o ratou niho, me te karanga, He rongo mau! a ki te kahore e komotia e tetahi he mea ki o ratou mangai, ka tino anga ratou ki te whakataka whawhai ki a ia.
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6
|Miquéias 3:6|
Mo reira ko te po mo koutou, e kore ai he kite ki a koutou; a ka pouri ki a koutou, e kore ai koutou e kite tikanga; a ka to te ra ki nga poropiti, a ka mangu te awatea ki runga ki a ratou.
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7
|Miquéias 3:7|
A tera e whakama nga matakite, e numinumi hoki nga tohunga tuaahu; ae ra, tera ratou katoa e arai i o ratou ngutu; no te mea kahore he kupu whakahoki a te Atua.
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8
|Miquéias 3:8|
¶ Otiia he pono, kua ki ahau i te kaha, he mea na te wairua o Ihowa, i te whakawa hoki, i te mana, kia whakaaturia ai e ahau ki a Hakopa tona poka ke, ki a Iharaira tona hara.
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9
|Miquéias 3:9|
Tena ra, whakarongo ki tenei, e nga upoko o te whare o Hakopa, e nga ariki hoki o te whare o Iharaira, e whakarihariha na ki te whakawa, e whakapeau ke na i te tika katoa.
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10
|Miquéias 3:10|
E hanga ana ratou i Hiona ki te toto, i Hiruharama ki te he.
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11
|Miquéias 3:11|
E whakawa ana ona upoko, he mea na te patipati, e whakaako ana ona tohunga, he mea na te utu; ko ona poropiti na te hiriwa i kite tikanga ai; otiia kei te whakawhirinaki ratou ki a Ihowa, kei te mea, He teka ianei kei roto a Ihowa i a tatou? e k ore tetahi he e pa ki a tatou.
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva