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Maori -
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12
|Miquéias 6:12|
Ki tonu na hoki i te tutu ona tangata taonga, a kua korero teka ona tangata, kei te tinihanga hoki o ratou arero i roto i o ratou mangai.
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13
|Miquéias 6:13|
Mo reira kua whiua hoki koe e ahau ki te mate taimaha: kua meinga koe e ahau kia mokemoke, hei utu mo ou hara.
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14
|Miquéias 6:14|
Ka kai koe, a kahore e makona; ka waiho ano tou whakaitinga i waenganui i a koe; ka tangohia atu ano e koe, heoi e kore e haere ora i a koe; ko te mea hoki e mauria atu e koe ka hoatu e ahau ki te hoari.
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15
|Miquéias 6:15|
Ka whakato koe, a e kore e kokoti; ka takahi koe i te oriwa, a e kore e whakawahi i a koe ki te hinu; i te waina hou, a e kore e inu i te waina.
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16
|Miquéias 6:16|
No te mea e mau ana nga tikanga a Omori, me nga mahi katoa a te whare o Ahapa, a e haere ana koutou i runga i o ratou whakaaro; kia meinga ai koe e ahau kia ururua, a ko nga tangata o kona hei whakahianga atu; a ka mau ki a koutou te ingoa kino o taku iwi.
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1
|Miquéias 7:1|
¶ Aue, te mate i ahau! he rite hoki ahau ki nga kohikohinga o nga hua raumati, ki nga hamunga i te wa e whawhaki karepe ana: kahore he tautau hei kai; e hiahia ana toku wairua ki te hua piki matamua.
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2
|Miquéias 7:2|
Kua ngaro te tangata tapu i runga i te whenua, kahore hoki he tangata tika i roto i nga tangata: kei te whanga katoa ratou ki te toto; kei te whai ratou i tona hoa, i tona hoa ki te kupenga.
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3
|Miquéias 7:3|
Kei runga o ratou ringa i te mea kino kia mahia marietia e ratou; ka tono te rangatira, kei te tatari hoki te kaiwhakawa kia utua; a ko te tangata nui, e puaki ana i a ia te nanakia o tona wairua: na, whiria tahitia ake e ratou.
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4
|Miquéias 7:4|
Ko te tangata pai o ratou, rite tonu ki te tumatakuru: ko te mea tino tika, kino atu i te taiepa tataramoa: kua tae mai te ra o au tutei, ara te ra e whiua ai koe; ko aianei ratou pokaikaha ai.
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5
|Miquéias 7:5|
Kaua e whakapono ki te hoa, kaua e whakawhirinaki ki te kaiarahi: kaiponuhia nga tatau o tou mangai ki te wahine e takoto na i tou uma.
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Sugestões

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29 de junho LAB 546
FAZENDO COMENTÁRIO BÍBLICO
SALMOS 81-85
Hoje, temos cinco salmos propostos para nossa leitura diária: Salmos 81-85. Quero apresentar a você uma breve introdução a cada um deles, feita pelo comentário bíblico Moody.
Um hino de louvor introduz o Salmo 81, e um pronunciamento profético o conclui. A mudança abrupta no fim do versículo 5 tem sugerido a muitos comentaristas que fragmentos de dois salmos foram reunidos aqui. Contudo, esse ponto de vista não é imperativo, pois um festival solene seria a ocasião para tal recital do relacionamento de Deus com Israel. O termo especial para o festival, o tocar da trombeta, as referências à lua nova e à lua cheia provavelmente fornecem uma dupla referência do poema à Festa das Trombetas e à Festa dos Tabernáculos.
Uma cena do julgamento da injustiça foi apresentada no didático poema que constitui o salmo 81. Sua devida interpretação repousa sobre a identidade do segundo “Elohim” que aparece no versículo um. Alguns comentaristas o traduzem literalmente como deuses e o relacionam a um conceito de deuses subordinados em um conselho celestial. Outros o traduzem como anjos e o ligam a um conceito menos politeísta. Outros intérpretes ainda traduzem-no como juízes e o fazem referir-se aos homens injustos com autoridade. Esta última interpretação parece a preferível.
O Salmo 83 é uma lamentação nacional típica em tempo de grande perigo. Considerando que os inimigos de Israel eram automaticamente os inimigos de Deus, o nome de Deus (Yahweh) está em jogo. A ocasião não pode ser identificada com certeza; ainda desconhecemos um período da história de Israel onde tenha existido tal confederação de nações. O salmo talvez se refira a um acontecimento não registrado em outro lugar qualquer da história de Israel ou, talvez, se refira a grupos tribais que simplesmente deram apoio moral em um período de crise.
Salmo 84: Esse é o cântico de um peregrino cujo alvo é quase atingido. Através de tudo, ele tem um sentimento de paz e comunhão que transcende o ritual e outros aspectos externos do culto. Embora o poema reflita os sentimentos dos peregrinos de qualquer período, parece que vem do período da monarquia em uma ocasião quando o templo ainda estava de pé.
Já o salmo 85, embora seja basicamente um lamento nacional, tem um forte elemento profético também. Apesar de que em sua primeira parte (versos 1-3) pareça referir-se a um retorno à liberdade, esses versículos são idealizados além da situação conhecida naqueles dias. O salmista usa essa figura ideal para mostrar o forte contraste entre o presente e a certeza do futuro.
Esses comentários foram gerais. Agora, faça você, leitor, um comentário verso por verso desses salmos.
Valdeci Júnior
Fátima Silva