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Maori -
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12
|Miquéias 6:12|
Ki tonu na hoki i te tutu ona tangata taonga, a kua korero teka ona tangata, kei te tinihanga hoki o ratou arero i roto i o ratou mangai.
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13
|Miquéias 6:13|
Mo reira kua whiua hoki koe e ahau ki te mate taimaha: kua meinga koe e ahau kia mokemoke, hei utu mo ou hara.
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14
|Miquéias 6:14|
Ka kai koe, a kahore e makona; ka waiho ano tou whakaitinga i waenganui i a koe; ka tangohia atu ano e koe, heoi e kore e haere ora i a koe; ko te mea hoki e mauria atu e koe ka hoatu e ahau ki te hoari.
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15
|Miquéias 6:15|
Ka whakato koe, a e kore e kokoti; ka takahi koe i te oriwa, a e kore e whakawahi i a koe ki te hinu; i te waina hou, a e kore e inu i te waina.
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16
|Miquéias 6:16|
No te mea e mau ana nga tikanga a Omori, me nga mahi katoa a te whare o Ahapa, a e haere ana koutou i runga i o ratou whakaaro; kia meinga ai koe e ahau kia ururua, a ko nga tangata o kona hei whakahianga atu; a ka mau ki a koutou te ingoa kino o taku iwi.
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1
|Miquéias 7:1|
¶ Aue, te mate i ahau! he rite hoki ahau ki nga kohikohinga o nga hua raumati, ki nga hamunga i te wa e whawhaki karepe ana: kahore he tautau hei kai; e hiahia ana toku wairua ki te hua piki matamua.
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2
|Miquéias 7:2|
Kua ngaro te tangata tapu i runga i te whenua, kahore hoki he tangata tika i roto i nga tangata: kei te whanga katoa ratou ki te toto; kei te whai ratou i tona hoa, i tona hoa ki te kupenga.
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3
|Miquéias 7:3|
Kei runga o ratou ringa i te mea kino kia mahia marietia e ratou; ka tono te rangatira, kei te tatari hoki te kaiwhakawa kia utua; a ko te tangata nui, e puaki ana i a ia te nanakia o tona wairua: na, whiria tahitia ake e ratou.
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4
|Miquéias 7:4|
Ko te tangata pai o ratou, rite tonu ki te tumatakuru: ko te mea tino tika, kino atu i te taiepa tataramoa: kua tae mai te ra o au tutei, ara te ra e whiua ai koe; ko aianei ratou pokaikaha ai.
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5
|Miquéias 7:5|
Kaua e whakapono ki te hoa, kaua e whakawhirinaki ki te kaiarahi: kaiponuhia nga tatau o tou mangai ki te wahine e takoto na i tou uma.
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11 de setembro LAB 620
MONUMENTAL
Ezequiel 45-48
Ao ouvir “onze de Setembro”, qualquer um se lembra do ocorrido nessa data em 2001, nos EUA. “Os ataques terroristas de 11 de setembro, chamados também de atentados de 11 de setembro, foram uma série de ataques suicidas, coordenados pela Al-Qaeda contra alvos civis nos Estados Unidos da América em 11 de Setembro de 2001 (Wikipédia)”. O resumo é isso, mas já se passaram vários anos, e a lembrança permanece mais elevada do que a definição.
Enquanto os americanos sonhavam em manter erguidos os seus colossos gêmeos de 110 andares cada um, como se fossem um símbolo de sua suposta superioridade, os membros da Al-Qaeda procuravam manter erguidos os seus orgulhos feridos pelos tantos anos das injustiças ocidentais infringidas sobre eles. Talvez pensemos que aquele acontecido não tenha nada a ver com nosso “impávido colosso brasileiro”, mas tem sim. Só o fato de que, a cada ano, isso nos volta à lembrançam já é uma evidência de que, de alguma forma, todos nós fomos afetados, positiva ou negativamente, por aquele atentado.
Mais interessante que o atentado, são as posteriores tentativas de manter-se alguma coisa erguida, mesmo que as torres gêmeas tenham caído. São várias, as tentativas: a de manter em pé a memória dos civis sacrificados, a de manter uma suposta teoria de conspiração nacional americana para o ocorrido, a de fazer com que o mundo saiba que aquela atitude não representa o pensamento islâmico, e por aí vai.
O sonho de Deus era manter, em erguimento monumental, Sua glória refletida através da glória nacional de Israel. Seria tudo, realmente, um colosso. Mas não aconteceu? A construção planejada do Templo pode não ter acontecido fisicamente, mas o sonho de Deus em manter Sua glória erguida, através do Seu povo, diante da contemplação da humanidade, aconteceu e acontece.
“O Senhor está Aqui”. Este slogan da campanha tem sido o motivo pelo qual Deus, ao longo dos séculos, não tem sido esquecido pela humanidade. Existem ímpios, ateus e incrédulos, mas a maioria dos humanos reconhece que, acima de nós, há um Deus todo-poderoso influenciando-nos direta e historicamente.
O maior trunfo que Deus quer manter erguido é Seu próprio nome porque é esse nome que tem a capacidade de redimir-nos. Por ele, temos a chance de escapar deste mundo mal, do terrorismo, dos medos e das aflições. Podemos ter dignidade, sem orgulhos feridos, numa vida plena, feliz e eterna. O Senhor quer fazer de cada um de nós um templo vivo do Espírito Santo. E então, por onde for, você poderá ser uma representação viva da frase: “O Senhor Está Aqui”.
O importante é a presença de Deus na vida pessoal.
Valdeci Júnior
Fátima Silva