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Maori -
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11
|Miquéias 1:11|
Haere atu korua, e te wahine e noho ana i Hapiri, i te takoto tahanga, i te whakama: kahore ano te wahine e noho ana i Taanana i puta mai; ka tangohia atu i a koutou e te tangihanga o Peteetere tona turanga.
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12
|Miquéias 1:12|
I tatari hoki te wahine e noho ana i Maroto ki te pai, me te manukanuka ano; no te mea kua heke iho te kino i a Ihowa ki te kuwaha o Hiruharama.
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13
|Miquéias 1:13|
Whakamaua te hariata ki te hoiho tere, e te wahine e noho ana i Rakihi: ko ia te timatanga o te hara o te tamahine a Hiona; kua kitea na hoki nga he o Iharaira i roto i a koe.
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14
|Miquéias 1:14|
Mo reira ka hoatu e koe he hakari poroporoaki ki Morehetekata: hei mea teka nga whare o Akatipi ki nga kingi o Iharaira.
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15
|Miquéias 1:15|
Tenei ake ka kawea atu e ahau ki a koe, e te wahine e noho ana i Mareha, te tangata e whiwhi ki a koe: ka tae te kororia o Iharaira ki Aturama ra ano.
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16
|Miquéias 1:16|
Moremorea tou mahunga, kutikutia hoki, mo au tamariki i ahuareka ai; whakanuia tou pakira kia rite ki to te ekara; kua mawehe atu hoki ratou i a koe, kua whakaraua.
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1
|Miquéias 2:1|
¶ Aue, te mate mo te hunga e whakaaro na ki te he, e mahi na i te kino i runga i o ratou moenga! takiri rawa ake te ata kua mahia e ratou, no te mea kei roto i te kaha o to ratou ringa.
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2
|Miquéias 2:2|
E hiahia ana ratou ki nga mara, tangohia ake; ki nga whare hoki riro tonu i a ratou: e whakatupuria kinotia ana e ratou tetahi tangata me tona whare, te tangata rawa nei me tona wahi tupu.
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3
|Miquéias 2:3|
Mo reira ko te kupu tenei a Ihowa: Nana, ka whakaaroa e ahau he kino mo tenei hapu, e kore ai e whakawateatia e koutou o koutou kaki i reira, e kore ano koutou e haere whakapehapeha; he kino hoki tenei wa.
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4
|Miquéias 2:4|
I taua ra ka ara i a ratou tetahi whakatauki mo koutou, ka tangi hoki i tetahi rangi mamae nui, a ka mea, Kua pahuatia rawatia tatou; kua puta ke i a ia te wahi o taku iwi. Aue, tana wehenga atu i ahau! wehea ana e ia a tatou mara ma te hunga wha kakeke.
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva