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Maori -
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11
|Miquéias 1:11|
Haere atu korua, e te wahine e noho ana i Hapiri, i te takoto tahanga, i te whakama: kahore ano te wahine e noho ana i Taanana i puta mai; ka tangohia atu i a koutou e te tangihanga o Peteetere tona turanga.
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12
|Miquéias 1:12|
I tatari hoki te wahine e noho ana i Maroto ki te pai, me te manukanuka ano; no te mea kua heke iho te kino i a Ihowa ki te kuwaha o Hiruharama.
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13
|Miquéias 1:13|
Whakamaua te hariata ki te hoiho tere, e te wahine e noho ana i Rakihi: ko ia te timatanga o te hara o te tamahine a Hiona; kua kitea na hoki nga he o Iharaira i roto i a koe.
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14
|Miquéias 1:14|
Mo reira ka hoatu e koe he hakari poroporoaki ki Morehetekata: hei mea teka nga whare o Akatipi ki nga kingi o Iharaira.
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15
|Miquéias 1:15|
Tenei ake ka kawea atu e ahau ki a koe, e te wahine e noho ana i Mareha, te tangata e whiwhi ki a koe: ka tae te kororia o Iharaira ki Aturama ra ano.
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16
|Miquéias 1:16|
Moremorea tou mahunga, kutikutia hoki, mo au tamariki i ahuareka ai; whakanuia tou pakira kia rite ki to te ekara; kua mawehe atu hoki ratou i a koe, kua whakaraua.
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1
|Miquéias 2:1|
¶ Aue, te mate mo te hunga e whakaaro na ki te he, e mahi na i te kino i runga i o ratou moenga! takiri rawa ake te ata kua mahia e ratou, no te mea kei roto i te kaha o to ratou ringa.
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2
|Miquéias 2:2|
E hiahia ana ratou ki nga mara, tangohia ake; ki nga whare hoki riro tonu i a ratou: e whakatupuria kinotia ana e ratou tetahi tangata me tona whare, te tangata rawa nei me tona wahi tupu.
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3
|Miquéias 2:3|
Mo reira ko te kupu tenei a Ihowa: Nana, ka whakaaroa e ahau he kino mo tenei hapu, e kore ai e whakawateatia e koutou o koutou kaki i reira, e kore ano koutou e haere whakapehapeha; he kino hoki tenei wa.
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4
|Miquéias 2:4|
I taua ra ka ara i a ratou tetahi whakatauki mo koutou, ka tangi hoki i tetahi rangi mamae nui, a ka mea, Kua pahuatia rawatia tatou; kua puta ke i a ia te wahi o taku iwi. Aue, tana wehenga atu i ahau! wehea ana e ia a tatou mara ma te hunga wha kakeke.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva