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Maori -
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11
|Obadias 1:11|
I te ra i tu hangai mai ai koe, i te ra i whakaraua ai ona rawa e nga tautangata, i tapoko ai nga tangata iwi ke ki ona kuwaha, i kokiri nui ai mo Hiruharama, i rite rawa ano koe ki tetahi o ratou.
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12
|Obadias 1:12|
Otiia kaua koe e titiro ki te ra o tou teina, i te ra o tona aitua, kaua hoki koe e koa ki nga tama a Hura i te ra o to ratou whakangaromanga; kaua hoki e whakanuia tou mangai i te ra o te raru.
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13
|Obadias 1:13|
Kaua e tomo ki roto ki te kuwaha o taku iwi i te ra o to ratou aitua; ae ra, kaua koe e matakitaki ki to ratou matenga i te ra o to ratou aitua, kaua ano hoki koutou e pa ringaringa ki o ratou rawa i te ra o to ratou raru.
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14
|Obadias 1:14|
A kaua koe e tu ki te pekanga o te ara ki te hatepe i ona morehu e mawhiti; kaua hoki e tukua ona morehu i te ra o te raru.
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15
|Obadias 1:15|
Kua tata hoki te ra o Ihowa ki nga tauiwi katoa; ka rite ki tau i mea ai ka meatia ki a koe; ka hoki tau utu ki runga ki tou mahunga.
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16
|Obadias 1:16|
Ka rite hoki ki ta koutou inumanga i runga i toku maunga tapu; ka pena ano te inu a nga tauiwi katoa a ake nei, ake nei; ina, ka inu ratou, ka horomia ano e ratou, a me te mea i kore ratou.
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17
|Obadias 1:17|
¶ Otiia tera ano nga mea ka mawhiti i Maunga Hiona, a ka tapu tera; a ka riro o ratou wahi i te whare o Hakopa.
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18
|Obadias 1:18|
A hei ahi te whare o Hakopa, hei mura ano te whare o Hohepa, hei kakau witi hoki te whare o Ehau: ka ngiha ratou i roto i a ratou, a pau ake, kahore hoki he morehu o te whare o Ehau: na Ihowa nei hoki te kupu.
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19
|Obadias 1:19|
Na ka riro te maunga o Ehau i te hunga o te tonga; me nga Pirihitini i te hunga o te mania; ka riro ano i a ratou nga mara a Eparaima me nga mara o Hamaria; mo Pineamine hoki a Kireara.
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20
|Obadias 1:20|
Na, ko nga whakarau o tenei ope, o nga tama a Iharaira, ko era i roto i nga Kanaani, ka riro i a ratou tae noa ki Harepata; a, ko nga whakarau o Hiruharama, ko era i Teparara, ka riro i a ratou nga pa o te tonga.
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva