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Maori -
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11
|Obadias 1:11|
I te ra i tu hangai mai ai koe, i te ra i whakaraua ai ona rawa e nga tautangata, i tapoko ai nga tangata iwi ke ki ona kuwaha, i kokiri nui ai mo Hiruharama, i rite rawa ano koe ki tetahi o ratou.
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12
|Obadias 1:12|
Otiia kaua koe e titiro ki te ra o tou teina, i te ra o tona aitua, kaua hoki koe e koa ki nga tama a Hura i te ra o to ratou whakangaromanga; kaua hoki e whakanuia tou mangai i te ra o te raru.
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13
|Obadias 1:13|
Kaua e tomo ki roto ki te kuwaha o taku iwi i te ra o to ratou aitua; ae ra, kaua koe e matakitaki ki to ratou matenga i te ra o to ratou aitua, kaua ano hoki koutou e pa ringaringa ki o ratou rawa i te ra o to ratou raru.
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14
|Obadias 1:14|
A kaua koe e tu ki te pekanga o te ara ki te hatepe i ona morehu e mawhiti; kaua hoki e tukua ona morehu i te ra o te raru.
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15
|Obadias 1:15|
Kua tata hoki te ra o Ihowa ki nga tauiwi katoa; ka rite ki tau i mea ai ka meatia ki a koe; ka hoki tau utu ki runga ki tou mahunga.
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16
|Obadias 1:16|
Ka rite hoki ki ta koutou inumanga i runga i toku maunga tapu; ka pena ano te inu a nga tauiwi katoa a ake nei, ake nei; ina, ka inu ratou, ka horomia ano e ratou, a me te mea i kore ratou.
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17
|Obadias 1:17|
¶ Otiia tera ano nga mea ka mawhiti i Maunga Hiona, a ka tapu tera; a ka riro o ratou wahi i te whare o Hakopa.
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18
|Obadias 1:18|
A hei ahi te whare o Hakopa, hei mura ano te whare o Hohepa, hei kakau witi hoki te whare o Ehau: ka ngiha ratou i roto i a ratou, a pau ake, kahore hoki he morehu o te whare o Ehau: na Ihowa nei hoki te kupu.
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19
|Obadias 1:19|
Na ka riro te maunga o Ehau i te hunga o te tonga; me nga Pirihitini i te hunga o te mania; ka riro ano i a ratou nga mara a Eparaima me nga mara o Hamaria; mo Pineamine hoki a Kireara.
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20
|Obadias 1:20|
Na, ko nga whakarau o tenei ope, o nga tama a Iharaira, ko era i roto i nga Kanaani, ka riro i a ratou tae noa ki Harepata; a, ko nga whakarau o Hiruharama, ko era i Teparara, ka riro i a ratou nga pa o te tonga.
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Sugestões

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17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva