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Maori -
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16
|1 Pedro 2:16|
He hunga ehara nei i te herehere, otiia e kore e waiho to koutou herekoretanga hei hipoki mo te mauahara, engari kia rite ki nga pononga a te Atua.
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17
|1 Pedro 2:17|
Whakahonoretia nga tangata katoa. Arohaina nga teina, nga tuakana. E wehi ki te Atua. Whakahonoretia te kingi.
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18
|1 Pedro 2:18|
E nga pononga, kia ngohengohe ki o koutou rangatira, kia nui te wehi; he teka ki te hunga pai, ki te hunga ngawari anake, ki te hunga whanoke ano hoki.
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19
|1 Pedro 2:19|
He mea whai whakapainga hoki tenei, ki te mea na te mahara ki te Atua ka whakamanawanui ai tetahi ki nga mea whakapouri, i a ia e whakamamaetia hetia ana.
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20
|1 Pedro 2:20|
He aha hoki te kororia, ki te mea ka whakamanawanui, i te mea kua hara koutou a ka motokia? tena ka whakamanawanui, i te mea ka mahi pai a ka whakamamaetia, he mea whai whakapainga tenei ki te Atua.
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21
|1 Pedro 2:21|
No te mea i karangatia koutou ki tenei: i whakamamaetia hoki a te Karaiti mo koutou, waiho iho ana e ia he tauria mo koutou, kia aru ai koutou i ona tapuwae:
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22
|1 Pedro 2:22|
Kihai nei ia i mea i te hara, kahore ano hoki i kitea te tinihanga i tona mangai:
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23
|1 Pedro 2:23|
Ka taunutia, kihai ia i taunu atu; ka whakamamaetia, kihai ia i whakatuma; engari i tuku i a ia ki te kaiwhakawa tika:
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24
|1 Pedro 2:24|
Nana ake i waha o tatou hara, na tona tinana ake, i runga i te rakau, kia whakatupapaku ai tatou ki te hara, kia ora ai ki te tika: na ona karawarawa i ora ai o koutou mate.
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25
|1 Pedro 2:25|
I rite hoki koutou ki te hipi kua kotiti ke; heoi kua hoki tenei koutou ki te Hepara, ki te Pihopa, o o koutou wairua.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva