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Maori -
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21
|1 Pedro 3:21|
¶ He mea whakarite ki tenei te mea e whakaora nei i a koutou inaianei, ara te iriiri, ehara i te whakawateatanga atu i te poke o te kikokiko, engari he whakaaetanga ake na te hinengaro pai ki te Atua, he meatanga na te aranga mai o Ihu Karaiti:
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22
|1 Pedro 3:22|
Kua riro nei ki te rangi, kei te ringa matau ano ia o te Atua; kei raro hoki i a ia nga anahera, nga rangatiratanga, nga kaha.
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1
|1 Pedro 4:1|
¶ Na, kua mamae nei o te Karaiti kikokiko mo tatou, e mau koutou ki nga ea whawhai, ara ki taua whakaaro pu ra ano: ko te tangata hoki kua mamae te kikokiko kua mutu te hara;
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2
|1 Pedro 4:2|
Mo te wa e toe nei o te noho ki te kikokiko kia kaua i runga i nga hiahia o te tangata, engari i ta te Atua i pai ai.
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3
|1 Pedro 4:3|
Kati hoki ma tatou ko te wahi o to tatou ora kua pahemo nei, hei mahinga ma tatou i ta nga tauiwi i pai ai, i a tatou i haere i runga i te hiahia taikaha, i nga minamina, i te haurangi waina, i te kakai, i te inu, i te karakia whakarihariha ki ng a whakapakoko:
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4
|1 Pedro 4:4|
¶ he mea hou tenei ki a ratou, ara to koutou kahore e rere tahi, e torere ki taua kino: a korero kino iho mo koutou:
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5
|1 Pedro 4:5|
Me korero ana ratou i a ratou mahi ki a ia, e noho rite nei ki te whakawa i te hunga ora, i te hunga mate.
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6
|1 Pedro 4:6|
Mo konei ra i kauwhautia ai ano te rongopai ki te hunga kua mate, kia whakahengia ratou, ara te kikokiko i runga i ta te tangata, kia ora ia ratou, ara te wairua i runga i ta te Atua.
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7
|1 Pedro 4:7|
¶ Kua tata ia te whakamutunga o nga mea katoa: na, kia whai whakaaro koutou, kia mataara, kia inoi.
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8
|1 Pedro 4:8|
I te tuatahi o nga mea katoa arohaina putia koutou e koutou ano: he tini hoki nga hara ka hipokina e te aroha.
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Sugestões

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10 de março LAB 435
A ESCOLHA DO COMPANHEIRO DE VIDA
Josué 01-13
Lendo “Josué”, pode-se perceber que não era aceitável que israelita algum se unisse em casamento com qualquer pessoa daquela terra que eles estavam conquistando. Isso era uma preocupação preventiva quanto às possíveis violações matrimoniais que poderiam surgir dentro de um casamento. E como essa ainda é uma preocupação válida, pensemos sobre algumas questões importantes na escolha do companheiro de vida.
H. Jackson Brown Jr. - escritor, compositor e artista – deu um presente para o filho um caderno com centenas de ideias e sugestões que havia anotado no decorrer de sua vida. Dentre essas instruções, havia uma que dizia: “Escolha muito bem o seu cônjuge. Dessa decisão única resultarão 90% de toda sua felicidade ou de toda a sua desgraça.” Que verdade!
Geralmente, escolhemos alguém por um ou mais dos seguintes motivos: a)Alcançar uma vida cheia de significado; b)Satisfazer nossas próprias necessidades de amor, aceitação, segurança, reconhecimento e interação; c)Ter alguém com quem compartilhar, com quem desenvolver-nos social, física, intelectual e espiritualmente.
Mas será que os nossos motivos estão certos?
O que levamos em conta ao escolher? A beleza, as experiências, as necessidades, as metas pessoais, os princípios religiosos e a escala pessoal de valores? E para se conhecer?
Pergunto isso porque, emocionalmente comprometidos, temos a tendência de não olharmos de maneira honesta para nós mesmos e para quem estamos amando. Temos medo de descobrir as coisas desagradáveis. No entanto, é imprescindível identificarmos nossos pontos fortes e fracos se quisermos ter sucesso ao escolher e se ajustar com quem casar.
Portanto, se você ainda não escolheu o companheiro da sua vida:
a) Se avalie;
b) Avalie a pessoa com quem quer se casar;
c) Veja até onde vai o respeito;
d) Estude os efeitos das suas possíveis reações.
Se você já é casado, quero propor para o seu casamento um relacionamento que vai além da entrega de uma pessoa à outra. Trata-se de uma relação compartilhada a três. Sim, você compartilhando a pessoa que você ama com uma terceira pessoa: Deus.
Se um casal deseja ter unidade entre si, deve buscar também a união com Deus. Algumas formas de fazer com que o relacionamento com Deus seja real na relação a dois é através da devoção pessoal, da oração, da participação nas atividades da igreja e da coerência em viver a prática do cristianismo que professa.
Quem aceita a direção divina em seus planos e ideais consegue constituir uma família harmoniosa e que valerá a pena, para a sociedade e para as gerações futuras.
Deus se preocupa com o bem-estar do ser humano, inclusive o seu. Ele é o mais interessado na sua felicidade.
Valdeci Júnior
Fátima Silva