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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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19
|2 Reis 15:19|
Na ka whakaekea te whenua e Puru kingi o Ahiria; a ka hoatu e Menaheme etahi taranata hiriwa kotahi mano ki a Puru, kia ai ai tona ringa hei awhina mona, kia u ai te kingitanga ki tona ringa.
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20
|2 Reis 15:20|
Na tangohia ana e Menaheme te hiriwa i a Iharaira, i nga tangata taonga nui katoa, hei hoatu mana ki te kingi o Ahiria: e rima tekau hekere a tenei, a tenei. Na hoki ana te kingi o Ahiria, kihai hoki i noho ki taua whenua.
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21
|2 Reis 15:21|
Na, ko era atu meatanga a Menaheme me ana mahi katoa, kahore ianei i tuhituhia ki te pukapuka o nga meatanga o nga ra o nga kingi o Iharaira?
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22
|2 Reis 15:22|
Na ka moe a Menaheme ki ona matua, a ko tana tama, ko Pekahia te kingi i muri i a ia.
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23
|2 Reis 15:23|
No te rima tekau o nga tau o Ataria kingi o Hura i kingi ai a Pekahia tama a Menaheme ki a Iharaira ki Hamaria, a e rua nga tau i kingi ai.
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24
|2 Reis 15:24|
A he kino tana mahi ki te titiro a Ihowa: kihai hoki i mahue i a ia nga hara o Ieropoama tama a Nepata i hara ai a Iharaira.
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25
|2 Reis 15:25|
Na ka whakatupuria he he mona e tetahi o ana rangatira, e Peka tama a Remaria, patua iho ia ki Hamaria ki te tino wahi o te whare o te kingi, ratou ko Arakopa, ko Arie, me ona hoa, nga Kireari, e rima tekau tangata. Na whakamatea ana ia e ia, ko ia ano te kingi i muri i a ia.
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26
|2 Reis 15:26|
Na, ko era atu meatanga a Pekahia me ana mahi katoa, nana, kua oti te tuhituhi ki te pukapuka o nga meatanga o nga ra o nga kingi o Iharaira.
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27
|2 Reis 15:27|
No te rima tekau ma rua o nga tau o Ataria kingi o Hura i kingi ai a Peka tama a Remaria ki a Iharaira ki Hamaria, a e rua tekau nga tau i kingi ai.
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28
|2 Reis 15:28|
A he kino tana mahi ki te titiro a Ihowa; kihai i mahue i a ia nga hara o Ieropoama tama a Nepata i hara ai a Iharaira.
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Sugestões

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13 de fevereiro LAB 410
FAZENDO CONTABILIDADE NA BÍBLIA
Números 07-08
Quando fiz Processamento de Dados, tive algumas matérias me marcaram muito. Algumas delas eram da área de Contabilidade, mas eu não gostava tanto delas. Mesmo assim, sabia que eram absolutamente necessárias. E, ironicamente, apesar de não apreciá-las, era apaixonado por elas! E na necessidade de envolver-me com elas, eu me debruçava em cima dos conhecimentos contábeis, por obrigação. Lembro-me do desafio de fazer e fechar balancetes. Uma vez, passei quase a noite inteira “brigando” com um balancete.
O mais interessante eram as provas. O professor dava um problema. para fecharmos um balancete, e ficávamos nos matando em cima daquelas continhas “T”, por horas. No final, ou tirava a nota máxima, ou tirava zero. E o que mais me deixava intrigado era o fato de que o professor já nos fornecia o resultado final, antes de começarmos a fazer a prova. Eu ficava louco com aquilo. O importante não era saber qual era o número final, mas sim, como chegar até ele. Logo, se alguém quisesse colar, não teria como. O negócio era fazer os cálculos: números e mais números. A parte que eu gostava era comparar minha prova com as dos colegas, despois que o professor as devolvia. As que estavam certas eram exatamente iguais. Incrível! Se um detalhezinho estivesse diferente, tudo estaria errado, e o resultado seria desastroso. Foi Deus quem criou os números, as quantidades, as operações numéricas – a matemática. Por isso, ela é tão perfeita. E nessa, o importante não é o todo, mas sim os detalhes.
Os leitores superficiais precisam tomar cuidado. Há pessoas que quando se deparam com Números 7 e leem sobre o primeiro dia, quando Nasson trouxe sua oferta, e logo em seguida, quando leem sobre o segundo dia e começam a perceber que parece que a oferta de Natanael era igualzinha têm a tentação de dar apenas uma olhada por cima e pular lá para o final do capítulo ou para o seguinte. Não! Espere aí! Será que é iguazinho mesmo? E se não for? Será que isso importa?
Vou lhe fazer um desafio. Assim como um contabilista, tenha o compromisso de fazer um trabalho minucioso sobre “Números”, comparando todos os dados. Será que são todos exatamente iguais ou diferentes? Se forem iguais, você chegará ao final boquiaberto ao concluir: “Como Deus é organizado, minucioso, e detalhista!” E então entenderá porque está tudo ali: Deus dá a prova. Se não forem iguais, você terá um desafio maior (mas terá um aproveitamento maior ainda): responder à seguinte pergunta, para cada diferença que encontrar: “Por que só esse detalhezinho aqui é diferente?” O que ele tem a ensinar?
Você aceita o desafio? Então, comece já e verá como será legal!
Valdeci Júnior
Fátima Silva