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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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|2 Reis 17:41|
Heoi wehi ana aua iwi i a Ihowa, me te mahi ano ki o ratou whakapakoko; i pera ano a ratou tamariki, me nga tamariki a a ratou tamariki, me o ratou matua, a taea noatia tenei ra.
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1
|2 Reis 18:1|
¶ Na, no te toru o nga tau o Hohea tama a Eraha kingi o Iharaira, i kingi ai a Hetekia tama a Ahata kingi o Hura.
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2
|2 Reis 18:2|
E rua tekau ma rima ona tau i tona kingitanga, a e rua tekau ma iwa nga tau i kingi ai ia ki Hiruharama; a ko te ingoa o tona whaea ko Api, he tamahine na Hakaraia.
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3
|2 Reis 18:3|
Na he tika tana mahi ki te titiro a Ihowa, i rite ki nga mea katoa i mea ai a Rawiri, tona tupuna.
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4
|2 Reis 18:4|
I whakakahoretia e ia nga wahi tiketike, i tukitukia hoki nga whakapakoko, tuaina ana e ia te Ahera: a mongamonga ana i a ia te nakahi parahi, i hanga nei e Mohi; tahu tonu ai hoki nga tama a Iharaira i te whakakakara ki taua mea a taea noatia ta ua ra; a tapa ana e ia, ko Nehuhatana.
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5
|2 Reis 18:5|
I whakawhirinaki hoki ia ki a Ihowa, ki te Atua o Iharaira; na kahore he rite mona o nga kingi katoa o Hura i muri i a ia, o era ranei i mua atu i a ia.
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6
|2 Reis 18:6|
I piri tonu hoki ia ki a Ihowa, kihai i mahue te whai i a ia, engari i puritia e ia ana whakahau i whakahau ai a Ihowa ki a Mohi.
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7
|2 Reis 18:7|
Na i a ia a Ihowa, a oti pai ana tana i nga wahi katoa i haere ai ia. Na ka whakakeke ia ki te kingi o Ahiria, a kihai i mahi ki a ia.
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8
|2 Reis 18:8|
I patua e ia nga Pirihitini tae noa ki Kaha, ki ona rohe, i te taumaihi o nga kaitutei ki te pa taiepa.
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9
|2 Reis 18:9|
¶ Na i te wha o nga tau o Kingi Hetekia, ara i te whitu o nga tau o Honea tama a Eraha kingi o Iharaira, ka whakaekea Hamaria e Haramanehere kingi o Ahiria, whakapaea ana e ia.
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva