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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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13
|2 Samuel 7:13|
Nana e hanga he whare mo toku ingoa, a ka whakapumautia e ahau te torona o tona kingitanga a ake ake.
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14
|2 Samuel 7:14|
Ko ahau hei matua ki a ia, ko ia hei tama ki ahau. Ki te ngau ke tana mahi, ka whiu ahau i a ia ki te whiu a te tangata, ki nga whakapanga a nga tama a te tangata.
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15
|2 Samuel 7:15|
E kore ia e mutu toku aroha ki a ia, e kore e pera me toku ki a Haora i peia atu na e ahau i tou aroaro.
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16
|2 Samuel 7:16|
Ka tuturu tonu hoki tou whare me tou kingitanga a ake ake, ki tou aroaro: ka mau tonu tou torona a ake ake.
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17
|2 Samuel 7:17|
Rite tonu ki enei kupu katoa, ki tenei kitenga katoa, nga kupu a Natana ki a Rawiri.
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18
|2 Samuel 7:18|
¶ Katahi a Kingi Rawiri ka haere, a noho ana ki te aroaro o Ihowa, ka mea, Ko wai ahau, e te Ariki, e Ihowa? he aha hoki toku whare, i kawea mai ai ahau e koe a mohoa noa nei?
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19
|2 Samuel 7:19|
He mea iti ano tenei ki tau titiro, e te Ariki, e Ihowa, na kua korerotia nei e koe te whare o tau pononga mo nga tau e maha. Ko ta te tangata tikanga ranei tenei, e te Ariki, e Ihowa?
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20
|2 Samuel 7:20|
Na ko te aha ake hei korerotanga ma Rawiri ki a koe? e mohio ana hoki koe, e te Ariki, e Ihowa, ki tau pononga.
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21
|2 Samuel 7:21|
He whakaaro ki tau kupu, na tou ngakau ano, i mea ai koe i enei mea nunui katoa, kia mohio ai tau pononga.
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22
|2 Samuel 7:22|
Na he nui koe, e Ihowa, e te Atua: kahore hoki he rite mou, kahore atu hoki he Atua; ko koe anake: e rite ana ki nga mea katoa i rongo ai o matou taringa.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva