-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
41
|2 Samuel 22:41|
Kua meinga hoki e koe kia hurihia mai e oku hoariri o ratou tuara ki ahau, kia huna e ahau te hunga e kino ana ki ahau.
-
42
|2 Samuel 22:42|
I tirotiro ratou, heoi kahore he kaiwhakaora: ki a Ihowa rawa, heoi kihai ia i whakahoki kupu ki a ratou.
-
43
|2 Samuel 22:43|
Na tukia ana ratou e ahau, a rite noa ki te puehu o te whenua: mohungahunga noa ratou i ahau, me te mea he paru no nga huarahi; a titaritaria ana ratou e ahau.
-
44
|2 Samuel 22:44|
Nau hoki ahau i ora ai i nga ngangautanga a toku iwi; nau ahau i tiaki hei upoko mo nga tauiwi: hei apa moku te iwi kahore nei i matauria e ahau.
-
45
|2 Samuel 22:45|
Ka tuku mai nga tangata iwi ke ki raro i ahau: kia rongo kau te taringa, kakama tonu mai ratou ki ahau.
-
46
|2 Samuel 22:46|
Ka memeha haere nga tangata iwi ke: ka puta wehi mai hoki i roto i o ratou kuhunga.
-
47
|2 Samuel 22:47|
E ora ana a Ihowa, kia whakapaingia toku kamaka: kia whakanuia te Atua o te kamaka o toku whakaoranga:
-
48
|2 Samuel 22:48|
Ara te Atua e rapu nei i te utu moku, e pehi nei i te iwi ki raro i ahau,
-
49
|2 Samuel 22:49|
E whakaputa nei i ahau i roto i oku hoariri: ae ra, e mea ana koe i ahau kia teitei ake i te hunga e whakatika mai ana ki ahau: whakaorangia ana ahau e koe i te tangata tutu.
-
50
|2 Samuel 22:50|
Mo konei ka whakawhetai ahau ki a koe, e Ihowa, i roto i nga tauiwi, ka himene ki tou ingoa.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva