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Maori -
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1
|2 Timóteo 1:1|
¶ Na Paora, i paingia e te Atua hei apotoro ma Ihu Karaiti, mo te ora i whakaaria mai i roto i a Karaiti Ihu,
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2
|2 Timóteo 1:2|
Ki a Timoti, ki taku tamaiti aroha: Kia tau te aroha noa, te mahi tohu, te rangimarie, he mea na te Atua Matua, na Karaiti Ihu hoki, na to tatou Ariki.
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3
|2 Timóteo 1:3|
E whakawhetai ana ahau ki te Atua, e mahi atu nei ahau ki a ia, he mea no oku tupuna iho i runga i te hinengaro ma, no te mea kahore e mutu toku mahara ki a koe i aku inoinga i te po, i te ao;
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4
|2 Timóteo 1:4|
Nui atu toku hiahia kia kite i a koe, i ahau e mahara ana ki ou roimata, kia ki ai ahau i te hari;
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5
|2 Timóteo 1:5|
Ka hoki ake nei toku mahara ki te whakapono tinihangakore i roto i a koe; i noho tuatahi ra i roto i tou tupuna wahine, i a Roihi, i tou whaea hoki, i a Unihi; a e tino mohio ana ahau kei roto ano i a koe.
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6
|2 Timóteo 1:6|
¶ Koia ahau ka whakamahara nei i a koe, kia whakaungia ano te ahi, te mea i hoatu na e te Atua, tena kei roto i a koe, he mea na te whakapanga atu o oku ringaringa.
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7
|2 Timóteo 1:7|
Kahore hoki i homai e te Atua ki a tatou te wairua o te wehi; engari to te kaha, to te aroha, to te ngakau mahara.
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8
|2 Timóteo 1:8|
Na, kei whakama koe ki te whakaatu i to tatou Ariki, ki ahau ranei, kia tona herehere: engari uru atu koe ki nga mate o te rongopai, kia rite ki ta te Atua whakakahanga;
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9
|2 Timóteo 1:9|
Nana nei tatou i whakaora, nana hoki tatou i karanga ki te karangatanga tapu; kihai i rite ki a tatou mahi, engari ki tana ake tikanga i whakatakoto ai i mua, ki te aroha noa hoki i homai nei ki a tatou i roto i a Karaiti Ihu, i mua atu o te tima tanga o te ao;
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10
|2 Timóteo 1:10|
A kua whakakitea mai nei inaianei i te putanga nui mai o to tatou Kaiwhakaora, o Ihu karaiti, i whakakahore nei i te mate, a whakakitea mai ana e ia te ora me te matengakore, he mea na te rongopai:
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva