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Maori -
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1
|Ageu 1:1|
¶ I te rua o nga tau o Kingi Tariuha, i te ono o nga marama, i te ra tuatahi o te marama ka puta mai te kupu a Ihowa, he mea na Hakai poropiti, ki a Herupapera tama a Haratiera, kawana o Hura, raua ko te tino tohunga, ko Hohua tama a Iohereke; i me a ia.
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2
|Ageu 1:2|
Ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano, e mea ana ia, Ki ta tenei iwi, Kahore ano kia taea noatia te wa, te wa e hanga ai to Ihowa whare.
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3
|Ageu 1:3|
Na ka puta mai te kupu a Ihowa, he mea na Hakai poropiti; i ki ia,
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4
|Ageu 1:4|
Ko ta koutou wa ianei tenei, e mea ma, e noho ai i o koutou whare kua oti nei to roto hipoki, i te mea he ururua tenei whare?
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5
|Ageu 1:5|
Na ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano, Whakaaroa o koutou ara.
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6
|Ageu 1:6|
He nui ta koutou i whakato ai, he iti ta koutou i mau mai ai; e kai ana, heoi kahore e makona; e inu ana, te ngata i te wai; e kakahu ana i o koutou, te mahana tetahi; e riro ana i te kaimahi te moni mo tana mahi, a whaowhina ana e ia ki roto ki te putea koputaputa.
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7
|Ageu 1:7|
Ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano, Whakaaroa o koutou ara.
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8
|Ageu 1:8|
Pikitia te maunga, maua mai he rakau, hanga hoki te whare; a ka manako ahau ki reira, ka whai kororia ano ahau, e ai ta Ihowa.
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9
|Ageu 1:9|
I tumanako hoki koutou kia maha, nana, he iti noa; ta koutou kawenga mai ki te whare, na kua puhipuhia e ahau. Mo te aha? e ai ta Ihowa o nga mano. Mo toku whare e ururua nei, kei te rere ia koutou ki tona whare, ki tona whare.
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10
|Ageu 1:10|
Na reira i kaiponuhia ai te tomairangi o te rangi, he mea ki a koutou; na reira ano i kaiponuhia ai nga hua o te whenua.
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva