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Maori -
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1
|Filemom 1:1|
¶ Na Paora, na te herehere a Karaiti Ihu, na to taua teina hoki, na Timoti, ki ta maua e aroha nei, ki to maua hoa mahi, ki a Pirimona,
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2
|Filemom 1:2|
Ki a Apia hoki, ko to maua tuahine, ki to maua hoa hoia, ki a Arakipu, ki te hahi hoki i tou whare:
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3
|Filemom 1:3|
Kia tau te aroha noa ki a koutou, me te rangimarie, he mea na te Atua, na to tatou Matua, na te Ariki hoki, na Ihu Karaiti.
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4
|Filemom 1:4|
Tenei ahau te whakawhetai atu nei ki toku Atua, mau tonu toku mahara ki a koe i aku karakiatanga:
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5
|Filemom 1:5|
He rongo noku ki tou aroha, ki tou whakapono ki te Ariki, ki a Ihu, a ki te hunga tapu katoa;
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6
|Filemom 1:6|
Mo te whakahoatanga mai o tou whakapono kia whai mana, i runga i te matauranga ki nga pai katoa i roto i a koutou, he mea ki a Karaiti Ihu.
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7
|Filemom 1:7|
He nui hoki to matou koa, marie ana hoki te ngakau i tou aroha, no te mea e ora ana nga ngakau o te hunga tapu i a koe, e toku teina.
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8
|Filemom 1:8|
¶ Heoi ahakoa he nui toku maia i roto i a te Karaiti ki te whakatakoto atu i te mea tika ki a koe,
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9
|Filemom 1:9|
Na te aroha ke taku ka inoi atu nei, ara taku, ta te koroheke, ta Paora, he herehere nei inaianei na Ihu Karaiti;
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10
|Filemom 1:10|
He kupu tenei naku ki a koe mo taku tamaiti, mo Onehimu, he mea whanau naku i ahau nei i te herehere:
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva