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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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16
|Isaías 33:16|
tiu logxos sur la altajxoj; fortikajxoj el rokoj estos lia defendo; pano estos donita al li, akvon li havos konstante.
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17
|Isaías 33:17|
Viaj okuloj vidos la regxon en lia majesto, ili rigardos landon vastan.
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18
|Isaías 33:18|
Via koro rememoros la terurajxon:Kie estas la kalkulanto? kie estas la pesanto? kie estas la kontrolanto de la turoj?
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19
|Isaías 33:19|
La popolon arogantan vi ne vidos, la popolon kun lingvo malklara kaj nedistingebla, kun lingvo balbuta kaj nekomprenebla.
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20
|Isaías 33:20|
Rigardu Cionon, la urbon de niaj kunvenoj; viaj okuloj vidos Jerusalemon, logxlokon trankvilan, tendon ne forigotan; neniam estos eltirataj gxiaj stangoj, kaj neniu el gxiaj sxnuroj dissxirigxos.
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21
|Isaías 33:21|
CXar tie la forto de la Eternulo estos por ni anstataux riveroj, largxaj lagoj; sxipo kun remiloj ne iros sur ili, kaj potenca sxipo ilin ne trapasos.
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22
|Isaías 33:22|
CXar la Eternulo estas nia jugxanto, la Eternulo estas nia legxdonanto, la Eternulo estas nia regxo; Li helpos nin.
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23
|Isaías 33:23|
Viaj sxnuregoj malfortigxis; ili jam ne alfortikigas la maston, ne strecxas la velon. Tiam estos dividata la granda rabakiro; ecx lamuloj iros kapti rabajxon.
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24
|Isaías 33:24|
Kaj ne diros la logxanto:Mi estas malsana; al la popolo, kiu tie logxas, estas pardonita la kulpo.
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1
|Isaías 34:1|
Alproksimigxu, popoloj, por auxskulti; kaj atentu, ho gentoj; auxskultu la tero, kaj cxio, kio gxin plenigas, la mondo kaj cxiuj gxiaj produktoj.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva