-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Esperanto -
-
1
|Isaías 21:1|
Profetajxo pri la apudmara dezerto: Kiel renversanta de ventego de sudo, li venas el la dezerto, el lando terura.
-
2
|Isaías 21:2|
Kruela vizio estas montrita al mi:rabanto rabas, kaj ruiniganto ruinigas. Supreniru, ho Elam; siegxu, ho Medujo; cxiun gxemadon mi cxesigis.
-
3
|Isaías 21:3|
Tial mia lumbo estas plena de doloro; turmentoj kaptis min, kiel turmentoj de naskantino; mi tordigxis, kiam mi auxdis; mi sentis teruron, kiam mi vidis.
-
4
|Isaías 21:4|
Konsternigxas mia koro, teruro min frapis; la cxarma nokto farigxis por mi teruro.
-
5
|Isaías 21:5|
Preparu tablon, starigu gardostarantojn, mangxu, trinku. Levigxu, princoj, sxmiru la sxildon.
-
6
|Isaías 21:6|
CXar tiele diris al mi mia Sinjoro:Iru, starigu observanton; kion li vidos, li diru.
-
7
|Isaías 21:7|
Kaj li vidis vicojn da cxevaloj duope, vicojn da azenoj, vicojn da kameloj; kaj li auxskultis atente, kun granda atento.
-
8
|Isaías 21:8|
Kaj li ekkriis kiel leono:Mia sinjoro, mi staris konstante sur mia observejo dum la tago, kaj sur mia gardejo mi staris tutajn noktojn;
-
9
|Isaías 21:9|
kaj jen venis viro, veturanta sur ducxevala cxaro, kaj li ekkrias kaj diras:Falis, falis Babel, kaj cxiuj idoloj de gxiaj dioj rompigxis sur la teron.
-
10
|Isaías 21:10|
Mia drasxajxo, kaj filo de mia garbejo! kion mi auxdis de la Eternulo Cebaot, Dio de Izrael, tion mi diris al vi.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva