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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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11
|2 Reis 14:11|
Maar Amásia het nie geluister nie. Toe trek Joas, die koning van Israel, op; en hy en Amásia, die koning van Juda, het mekaar se aangesig gesien by Bet-Semes wat aan Juda behoort.
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12
|2 Reis 14:12|
En Juda is voor Israel verslaan, en hulle het gevlug elkeen na sy tente toe.
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13
|2 Reis 14:13|
En Joas, die koning van Israel, het Amásia, die koning van Juda, die seun van Joas, die seun van Ahásia, by Bet-Semes gevang; en hy het in Jerusalem gekom en vier honderd el van die muur van Jerusalem afgebreek, van die Efraimspoort af tot by die Hoekpoort.
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14
|2 Reis 14:14|
En hy het al die goud en die silwer geneem, en al die voorwerpe wat in die huis van die HERE en in die skatkamers van die huis van die koning te vinde was, en ook die gyselaars, en omgedraai na Samaría.
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15
|2 Reis 14:15|
En die verdere geskiedenis van Joas, wat hy gedoen het, en sy magtige dade en hoe hy teen Amásia, die koning van Juda, geveg het, is dit nie beskrywe in die Kroniekboek van die konings van Israel nie?
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16
|2 Reis 14:16|
En Joas het ontslaap met sy vaders en is begrawe in Samaría by die konings van Israel; en sy seun Jeróbeam het in sy plek koning geword.
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17
|2 Reis 14:17|
En Amásia, die seun van Joas, die koning van Juda, het ná die dood van Joas, die seun van Jóahas, die koning van Israel, vyftien jaar gelewe.
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18
|2 Reis 14:18|
En die verdere geskiedenis van Amásia, is dit nie beskrywe in die Kroniekboek van die konings van Juda nie?
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19
|2 Reis 14:19|
En hulle het 'n sameswering in Jerusalem teen hom gesmee, sodat hy na Lagis gevlug het; maar hulle het agter hom aan gestuur na Lagis en hom daar gedood.
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20
|2 Reis 14:20|
En hulle het hom op perde vervoer, en hy is begrawe in Jerusalem by sy vaders in die stad van Dawid.
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Sugestões

Clique para ler Êxodo 1-4
17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva