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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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1
|2 Reis 15:1|
In die sewe en twintigste jaar van Jeróbeam, die koning van Israel, het Asárja, die seun van Amásia, die koning van Juda, koning geword.
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2
|2 Reis 15:2|
Hy was sestien jaar oud toe hy koning geword het, en twee en vyftig jaar het hy in Jerusalem geregeer; en die naam van sy moeder was Jególja, van Jerusalem.
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3
|2 Reis 15:3|
En hy het gedoen wat reg was in die oë van die HERE, net soos sy vader Amásia gedoen het.
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4
|2 Reis 15:4|
Net die hoogtes is nie afgeskaf nie; die volk het nog geoffer en op die hoogtes rook laat opgaan.
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5
|2 Reis 15:5|
En die HERE het die koning aangetas, sodat hy melaats was tot die dag van sy dood toe; en hy het in 'n afgesonderde huis gewoon, terwyl Jotam, die seun van die koning, oor die paleis was en reg gespreek het oor die volk van die land.
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6
|2 Reis 15:6|
En die verdere geskiedenis van Asárja en alles wat hy gedoen het, is dit nie beskrywe in die Kroniekboek van die konings van Juda nie?
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7
|2 Reis 15:7|
En Asárja het ontslaap met sy vaders, en hy is begrawe by sy vaders in die stad van Dawid; en sy seun Jotam het in sy plek koning geword.
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8
|2 Reis 15:8|
In die agt en dertigste jaar van Asárja, die koning van Juda, het Sagaría, die seun van Jeróbeam, oor Israel koning geword in Samaría--ses maande lank.
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9
|2 Reis 15:9|
En hy het gedoen wat verkeerd was in die oë van die HERE soos sy vaders gedoen het; hy het nie afgewyk van die sondes van Jeróbeam, die seun van Nebat, wat Israel laat sondig het nie.
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10
|2 Reis 15:10|
En Sallum, die seun van Jabes, het 'n sameswering teen hom gesmee en hom voor die oë van die volk verslaan en hom gedood en in sy plek koning geword.
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva