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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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1
|2 Reis 18:1|
En in die derde jaar van Hoséa, die seun van Ela, die koning van Israel, het Hiskía, die seun van Agas, die koning van Juda, koning geword.
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2
|2 Reis 18:2|
Vyf en twintig jaar was hy oud toe hy koning geword het, en nege en twintig jaar het hy in Jerusalem geregeer; en die naam van sy moeder was Abi, 'n dogter van Sagaría.
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3
|2 Reis 18:3|
En hy het gedoen wat reg was in die oë van die HERE net soos sy vader Dawid gedoen het.
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4
|2 Reis 18:4|
Hy het die hoogtes afgeskaf en die klippilare verbreek en die heilige boomstamme omgekap en die koperslang wat Moses gemaak het, stukkend gestamp, omdat die kinders van Israel tot op dié dae daarvoor offerrook laat opgaan het; en hy het dit Nehústan genoem.
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5
|2 Reis 18:5|
Hy het op die HERE, die God van Israel, vertrou, sodat onder al die konings van Juda ná hom en die wat voor hom gewees het, niemand soos hy was nie.
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6
|2 Reis 18:6|
Ja, hy het die HERE aangehang sonder om van Hom af te wyk en sy gebooie onderhou wat die HERE Moses beveel het.
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7
|2 Reis 18:7|
En die HERE was met hom; waar hy ook heen uittrek, was hy voorspoedig; en hy het in opstand gekom teen die koning van Assirië en hom nie gedien nie.
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8
|2 Reis 18:8|
Hy het die Filistyne verslaan tot by Gasa en sy grondgebied, van wagtoring af tot versterkte stad.
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9
|2 Reis 18:9|
Maar in die vierde jaar van koning Hiskía--dit was die sewende jaar van Hoséa, die seun van Ela, die koning van Israel--het Salmanéser, die koning van Assirië, teen Samaría opgetrek en dit beleër;
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10
|2 Reis 18:10|
en hulle het dit ingeneem aan die einde van drie jaar; in die sesde jaar van Hiskía--dit was die negende jaar van Hoséa, die koning van Israel--is Samaría ingeneem.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva